Worldcoin, o no aplicativo da OpenAI, promete fazer a identificação após escanear a íris do globo ocular dos usuários. Logado na plataforma, no futuro, a empresa pretende deixar o usuário, através de uma criptomoeda, realizar pagamento e fazer transferências digitais.
Para incentivar o cadastro na plataforma, o criador da ferramenta faz pagamentos para cada usuário. A versão beta já tem mais de 2 milhões de pessoas cadastradas e está disponível em diversos países, incluindo a Espanha.
São mais de 20 países que já têm a oportunidade de baixar o Worldcoin nas lojas oficiais dos dispositivos: Play Store e App Store. Vale pontuar que os Estados Unidos não faz parte desta lista, já que existem algumas tensões em torno da regulamentação da criptomoeda.
Se você ainda não conhece o Worldcoin, ele é uma rede criptográfica que utiliza um sistema de identificação que, neste caso, é a íris, dando a oportunidade dos usuários de ter acesso a uma moeda digital grátis. Quem faz o cadastro, recebe um token de valor como “troca” pelos dados fornecidos.
O valor dado para os usuários do Worldcoin é como qualquer criptomoeda
Assim como todas as criptomoedas que já conhecemos, este a quantia referente a este token dado pelo criador da plataforma, tem variação e pode valer muito na parte da manhã e, logo depois, já perder um grande significado.
Ainda não está muito claro para os usuários sobre a frequência que cada pessoa irá receber tokens e se o valor será diferente dependendo do comportamento de cada um.
Só para o lançamento da plataforma, de acordo com a publicação Computer Hoy, os responsáveis conseguiram a arrecadação de mais de US$ 250 milhões. A intenção é ter mais de 2 bilhões de usuários utilizando a ferramenta.
Sam Altman junto com os seus cofundadores garantem que esta nova forma de abordagem do usuário é importante, pois estamos vivendo em um mundo que por conta do avanço da Inteligência Artificial pode chegar um momento em que não saberemos quem é humano e quem não é.
O funcionamento da leitura da íris é simples. Um scanner conhecido como “orbe” fará a varredura da íris do usuário para que seja construída uma identificação única da pessoa. Desta forma, haverá a possibilidade de separar robôs de humanos.
Altman comentou em uma entrevista que a Inteligência Artificial ajudou muito na criação da plataforma, porém, as incertezas em cima da criptomoeda, principalmente, é um enigma quando olhamos para o futuro do projeto.
E aí? Você gostaria de experimentar a Worldcoin? Deixa a sua opinião sobre a plataforma nos comentários.
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