Muita gente no Brasil mal tem 3G ou 4G. Há alguns meses a Claro lançou o 4.5G. Mas em países desenvolvidos da Europa e da América do Norte ainda este ano está por sem implementada a rede 5G. Infelizmente no Brasil, essa tecnologia só está prevista para chegar entre 2020 e 2025.
A AT&T, uma das maiores operadoras norte-americanas, anunciou recentemente que, até o final deste ano, pelo menos 12 cidades estarão cobertas pelo padrão que em laboratório pode aumentar as taxas de velocidade em até 140 vezes em relação às redes 4G.
A tecnologia de realidade virtual e aumentada tendem a crescer com a velocidade 5G, podendo ser usadas em realtime, e não só reproduzidas por meio de aplicativos como acontece atualmente nas redes 4G e 4,5G. Ou seja, a realidade aumentada não seria apenas uma partida de Pokémon GO no celular, por meio do download de um aplicativo, e sim um Pokémon Go realístico, com interação com o mundo físico. A mesma coisa com a realidade virtual, em que o nível de interatividade passará a outro patamar.
Durante o Mobile World Congress (MWC), que acontece esta semana em Barcelona, na Espanha, a 5G deve nortear boa parte dos debates, apresentações e seminários porque é dessa infraestrutura de rede que decorrerão os esperados avanços em uma série de segmentos intimamente ligados à conectividade. Estão diretamente ligadas à capacidade e velocidade da rede, aplicações baseadas em internet das coisas (IoT), inteligência artificial, machine learning, machine to machine, realidade virtual e aumentada (RA e VR), smart cities, saúde, educação, segurança e toda a gama de setores que passa pela conexão mobile.
