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Conselho de IA: 55% das organizações já possuem
01 de Julho de 2024

Conselho de IA: 55% das organizações já possuem

Coleta de dados foi realizada pela Gartner, com mais de 1.800 líderes

Em uma pesquisa recente do Gartner, Inc. realizada mais de 1.800 líderes, é destacado que 55% das organizações possuem um Conselho de Inteligência Artificial (IA). A pesquisa indica, também, que 54% das empresas têm um responsável por essa tecnologia ou um líder de IA para assistir tais atividades.
“As descobertas mostram que as organizações estão divididas quanto à necessidade de um Conselho de IA”, disse Frances Karamouzis, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “A resposta é sim, as empresas precisam ter um Conselho de IA para transcender os desafios multidisciplinares, impulsionar o valor e reduzir os riscos. No entanto, a duração, escopo e os recursos são específicos do contexto e dependem do caso de uso. Para alguns, é uma medida temporária. Para outros, é uma mudança de longo prazo no seu modelo operacional”.
Na pesquisa, também foram incluídos 1.808 profissionais que participaram de um webinar do Gartner em junho de 2024, discutindo como os líderes podem avaliar os custos, os riscos e o valor das iniciativas de IA e IA Generativa (GenAI). Os resultados desta pesquisa não representam descobertas globais ou o mercado como um todo.
Conselhos de IA devem ter regras claramente definidas que correspondam às funções de negócio 
A responsabilidade pela Inteligência Artificial está dispersa: algumas organizações são descentralizadas, isoladas ou não têm clareza sobre onde as iniciativas de IA devem se situar. Quando questionados sobre quem é responsável pelas iniciativas de IA, apenas um quarto dos respondentes indicou um papel claro (veja Figura 1).
Figura 1: Responsabilidade pela entrega de IA 
Pergunta: Quem é o principal responsável pelas iniciativas de Inteligência Artificial? (Porcentagem de entrevistados)

Fonte: Gartner (junho 2024)

“A composição do Conselho de IA deve ter representação de várias disciplinas e unidades de negócios”, explica Karamouzis. “Cabe a cada organização determinar a melhor abordagem para impulsionar a velocidade e agilidade dentro de sua organização, garantindo que o Conselho não se torne ingovernável e improdutivo devido à incapacidade de se reunir ou de alcançar consenso”.
Quando solicitados a identificar os três principais focos do mandato do Conselho, 26% dos executivos identificaram a governança, e outros 21% indicaram que a estratégia deve ser um dos focos principais.
“A composição dos membros do Conselho deve alinhar a experiência com o escopo do mandato”, disse Karamouzis. “Os membros do Conselho devem ser executivos de nível sênior e experientes, com fortes habilidades em estratégia e execução, especialmente se tiverem ambições de GenAI”.
Líderes de IA são mais presentes nas organizações do que os CAIOs 
Dos 54% dos executivos que indicaram que suas empresas tinham um responsável por Inteligência Artificial ou um líder de IA, 88% disseram que seu líder de IA não possuía o título de Chief AI Officer (CAIO).
Os líderes de alto nível seguem as direções de seus Conselhos de Administração, e a maioria dos boards não deseja expandir o C-Level. Apesar disso, os Conselhos querem um líder de IA responsável pela orquestração de Inteligência Artificial.
“IA e GenAI são complexas e abrangentes, tocando todos os trabalhos, atividades e conversas estratégicas das empresas”, disse Karamouzis. “No entanto, isso não significa que as pessoas ou as equipes responsáveis por orquestrar a IA nas empresas4 precisam ter um título ao nível de C-suite”.
Foto: Freepik

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