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Mais de 22 mil conteúdos ilegais foram banidos da internet nos primeiros meses deste ano
30 de Maio de 2019

Mais de 22 mil conteúdos ilegais foram banidos da internet nos primeiros meses deste ano

 

A Associação que representa empresas de software, divulgou hoje, 30 de maio, dados do monitoramento que faz sobre a presença e retirada de conteúdos ilegais da internet. No primeiro trimestre de 2019, 22.197 conteúdos ilegais foram removidos da web – 9% a mais que o mesmo período em 2018. 

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Anúncios, links e sites
De acordo com os dados do monitoramento, todos os tipos de conteúdo ilegal analisados (anúncios, links e sites) aumentaram no período analisado. “Nos últimos meses, o Mercado Livre atualizou de forma radical o seu sistema de PPPI (Programa de Proteção à Propriedade Intelectual), do qual a ABES é membro desde sua criação. Com as mudanças implementadas, conseguimos identificar e denunciar vários produtos piratas de uma só vez, otimizando em muito o nosso trabalho de pesquisa. Além disso, agora também é possível monitorar produtos e perfis no site, facilitando a identificação de casos reincidentes”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A associação foi responsável por detectar 42 sites que violavam o Direito Autoral de Programas de Computador e remover 28 deles no primeiro trimestre de 2019, apresentando um aumento de 90,91% e 100%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. A quantidade de anúncios derrubados também cresceu significativamente (16,61%), chegando aos 12 mil no primeiro trimestre deste ano, em oposição aos 10 mil, no mesmo período em 2018.

A menor taxa de crescimento foi a de links removidos, com apenas 1,49%. Isso se deve ao fato da entidade ter recebido no período um número maior de denúncias para remoção de anúncios e websites do que de links.

A associação já conseguiu derrubar mais 650 mil conteúdos ilegais na internet desde a criação da campanha de monitoramento, 14 anos atrás, quando o índice de pirataria de software no Brasil era de 64%. Atualmente, este índice está em 46%, de acordo com pesquisa da BSA | The Software Alliance.

“É um trabalho lento, que demanda horas de pesquisa e monitoramento para identificar qualquer movimento online que viole o Direito Autoral de Programas de Computador. No entanto, esse trabalho tem se tornado cada vez mais rápido e eficiente graças ao auxílio de sistemas como o PPPI do Mercado Livre e denúncias feitas por nossos associados”, afirma Fücher, presidente da ABES. (Com assessoria de imprensa)

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