O Presidente Jair Bolsonaro vetou a implementação de geocalização no país para o compartilhamento de informações sobre o deslocamento da população, iniciativa usada por governos como o da Coreia do Sul e da China que pode ajudar na ação de combate ao coronavírus, monitorando a proximidade das pessoas e a movimentação em áreas de risco.
A decisão de iniciar o rastreamento partiu do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e autorizado pela Advocacia-Geral da União, o ministro Marcos Pontes havia alinhado a parceria com as operadoras de telefonia móvel para começar os trabalhos na quarta-feira (15). Mas embora haja garantias de que a prática não fere a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e não armazena nenhum dado dos consumidores, Bolsonaro alega que há riscos para a privacidade dos brasileiros e que a Presidência precisa estudar melhor o tema.
Assim, o recurso está temporariamente suspenso pelo Governo Federal. As iniciativas semelhantes realizadas nas administrações estaduais seguem funcionando, como em São Paulo e Recife e Rio de Janeiro.
Fonte: O Globo.
