Segundo dados da pesquisa “The state of AI in early 2024: Gen AI adoption spikes and starts to generate value”, realizada pela McKinsey, em 2024, 72% das empresas já usavam IA, um aumento em relação há 2023, onde apenas 55% utilizavam.
Um dos setores mais influenciados por essa nova tecnologia foi o cultural, especialmente nas músicas, seja na composição, gravação e até mesmo nos videoclipes das canções.
Entretanto, apesar de ser cada vez mais usada na indústria musical, assim como em outros setores, a IA está longe de substituir totalmente os humanos, explica Tuka Carvalho, empresário, especialista em gestão musical e responsável pela expansão da Rede FM O Dia.
“Estamos vivendo uma revolução. A IA traz possibilidades quase infinitas de criar sons, compor letras e até simular vozes de artistas, o que era impensável há poucos anos, essas ferramentas facilitam muitos processos e encurtam etapas da produção e divulgação de músicas. Mas apesar disso, o elemento humano continua sendo fundamental na música, sem isso ela fica sem personalidade, sem identidade, sem a arte em si, prefiro enxergar a IA como uma nova ferramenta, uma aliada, não uma inimiga”, conta o profissional.
Tuka Carvalho já empresariou, agenciou e foi mentor de diversos artistas de sucesso, e afirma: ser humano e máquina trabalharão juntos cada vez mais.
“O futuro da música será híbrido, unindo o melhor da criatividade humana com a precisão tecnológica da IA. A música, em essência, continuará sendo uma forma de expressão única, mas a maneira como ela é criada e compartilhada nunca mais será a mesma”, conclui ele.

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