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IA será 10 mil vezes mais inteligente que seres humanos?
27 de Junho de 2024

IA será 10 mil vezes mais inteligente que seres humanos?

CEO do Softbank afirma que sim

Em meio ao avanço contínuo da conhecida Inteligência Artificial (IA), questionamentos relacionados ao futuro desta ferramenta e seu respectivo impacto na sociedade surgem com frequência, e esta é uma preocupação proeminente.

Especialistas na área, como analistas e executivos, analisam possibilidades que podem causar um temor em comum: o medo de que a IA pode se tornar autossuficiente, superando, assim, a inteligência humana. Para o CEO e fundador conglomerado de investimento japonês Softbank, Masayoshi Son, isso pode ocorrer mais cedo do que se espera.

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Segundo Masayoshi, até 2030, a IA pode ser desenvolvida de tal forma que poderá se tornar até 10 vezes mais inteligente que os humanos, e 10 mil vezes mais até 2035. Seguindo uma estimativa parecida, o CEO e cofundador da NVIDIA, Jensen Huang, projeta que a IA poderá até pensar como humanos em 2029.

Ambos os profissionais frisam que, para alcançar este nível, será necessário alcançar a chamada Inteligência Artificial Geral (AGI), e até mesmo a Superinteligência Artificial (ASI), que seria equivalente a um gênio humano, com fator de até 10x. Por outro lado, a ASI alcançaria uma inteligência ou capacidade humana até 10 mil vezes capaz.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, responsável pelo ChatGPT, destaca que em até 5 anos será possível obter uma AGI.

“Se a AGI for criada com sucesso, esta tecnologia poderá ajudar a nos elevar a humanidade, aumentando a abundância, turbinando a economia global e ajudando na descoberta de novos conhecimentos científicos que alteram os limites das possibilidades”, apontou a OpenAI.

Os que atuam na evolução da AGI alegam: uma IA mais diversa e inteligente poderá lidar com mais assertividade nos diagnósticos de doenças, sugestões de tratamentos de saúde, interpretação de documentos em tribunais, cooperar no fechamento de acordos entre empresas, planejar imóveis e até mesmo realizar descobertas científicas.

Seguindo a distopia, Son prevê um futuro em que modelos ASI poderão interagir uns com os outros, como os neurônios cerebrais. Uma interação sem intermediário, máquina a máquina.

Além disso, apostando nas tentativas, alguns fracassos do próprio Masayoshi Son foram notáveis. Um exemplo desta afirmação é a empresa de coworking WeWotk. Durante a mesma reunião com acionistas em que citou a ASI, o executivo afirmou: “acho que nasci para desenvolver ASI. Estou falando muito sério”.

Foto: Freepik

Com informações da Hardware.com.br

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