Poucos meses após o lançamento, Google divulga números otimistas sobre sua rede social e comemora seus 90 milhões de usuários registrados.
Para quem trabalha com marketing digital e segue as novas tendências da internet, essa poderia ser uma boa oportunidade para divulgar seus clientes. Já que números apontam o Google+ como uma rede emergente e potencial, além de contribuir para o posicionamento em buscas feitas no próprio Google. Mas o que até então era apenas uma especulação, foi confirmado: desses 90 milhões de usuários, poucos realmente usam a rede social.
Segundo pesquisa divulgada recentemente pela comScore, grande parte dos 90 milhões dos usuários do Google+ quase não usam a rede social. A pesquisa revela que o tempo médio de permanência dos usuários foi de apenas 3 minutos, contra 7 horas por mês no Facebook, motivando o Wall Street Journal a chamar o Google+ de “cidade fantasma das redes sociais”.
Outro dado que parece confirmar a teoria de “cidade fantasma” é o fato de que a rede social quase não mandar visitantes aos sites, deixando de produzir o chamado tráfego de referência e engajamento entre os poucos participantes , motivo pelo qual muitas empresas e blogueiros utilizam as redes sociais.
Nem os funcionários da Google aprovaram a rede social.
Recentemente a internet parou para ler o post, onde Steve Yegge, engenheiro de software da Google, afirmou que em seu blog que o Google+ não passa de uma cópia mal feita do Facebook. Ele ainda chama o sistema de “reação desesperada”, referindo-se ao desejo da Google de reconquistar os usuários que perdeu para a rede de Mark Zuckerberg.
Nos EUA foi chamada de “cidade fantasma”, mas e no Brasil, como vamos chamar?
