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Gigantes da Tecnologia Americana protestam contra Trump
06 de Fevereiro de 2017

Gigantes da Tecnologia Americana protestam contra Trump

Em uma ação incomum alguns dos maiores nomes da indústria de tecnologia americana posicionaram-se  contra a proibição da entrada de imigrantes nos EUA pelo Presidente Trump.

A Apple, Google, Facebook, Microsoft e outras 93 empresas apresentaram um parecer circunstanciado no processo em um tribunal de apelações em San Francisco. Lá, a disputa é sobre o decreto de Trump que impede a entrada temporára de cidadãos de vários países muçulmanos.

Entre os grupos também estão eBay, Intel, Netflix, Twitter, Snapchat, os desenvolvedores do Firefox Mozilla, o fabricante da câmera GoPro, o Airbnb, Uber e Lyft. Sobre a possibilidade de uma coligação mais ampla muito além das fronteiras do Vale do Silício, estão sugerindo a adesão da Levi Strauss e a fabricante de iogurte Chobani.

O motivo da manifestação
As empresas trazem em seus argumentos, entre outras coisas, que os imigrantes têm contribuído para muitas inovações na América. O decreto presidencial é discriminatório e contraria a lei e a  Constituição dos Estados Unidos. Além disso, ele também enfraquece a competitividade das empresas norte-americanas. “Se o decreto for mantido, é impossível prever para indivíduos e empresas, quais países poderiam ser afetados mais adiante.”

Um juiz federal em Seattle tinha indeferido as pretenções de Trump no sábado de manhã, a pedido dos estados de Washington e Minnesota. No entanto, o Tribunal de Apelações de San Francisco rejeitou aquela medida, a partir de uma representação urgente feita pelo governo Trump. O Tribunal, inicialmente, ouvirá os argumentos detalhados de ambos os lados. Mais sobre este assunto (em alemão aqui). 

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