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Faiston lança plataforma de IA agêntica para automatizar operações de TI
27 de Abril de 2026

Faiston lança plataforma de IA agêntica para automatizar operações de TI

Solução promete reduzir tempo de resposta a incidentes

A Faiston acaba de lançar o Faiston Q, uma plataforma de IA agêntica voltada à automação de operações de TI, com foco em execução autônoma de processos e redução do tempo de resposta a incidentes.

A plataforma combina agentes capazes de planejar, tomar decisões e executar tarefas em sistemas corporativos, conectando-se a APIs, ferramentas de ITSM e ambientes de infraestrutura. A proposta é reduzir a dependência de intervenção manual em atividades repetitivas e operacionais.

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“Estamos trazendo essa solução em um momento em que empresas lidam com ambientes cada vez mais distribuídos, maior volume de dados e pressão por eficiência operacional, especialmente em estruturas cloud e multicloud”, observa Alexandre Theodoro, Diretor de Negócios e Soluções na Faiston.

Projeções indicam que 93% dos líderes de TI pretendem implementar soluções de IA agêntica até o fim de 2026, enquanto o mercado global deve ultrapassar US$ 50 bilhões até 2030. No Brasil, o avanço dessa tecnologia tem sido puxado por setores como serviços financeiros, e-commerce e operações intensivas em infraestrutura. Estudo da McKinsey aponta que cerca de 60% das atividades nas empresas já podem ser automatizadas com tecnologias disponíveis hoje, o que tem acelerado a pressão por eficiência e escala nas áreas de tecnologia. “Na prática, isso significa que ambientes cada vez mais distribuídos, com múltiplas aplicações, dados e integrações, passam a exigir não apenas visibilidade, mas capacidade de execução automatizada sobre a infraestrutura”, aponta Theodoro.

Aplicações e integração na operação de TI

Na prática, a plataforma atua sobre diferentes camadas da operação. Em observabilidade, identifica padrões de comportamento e anomalias sem depender de parâmetros fixos. Na gestão de incidentes, automatiza abertura, diagnóstico e recomendação de resolução. Em ambientes cloud, realiza monitoramento contínuo de custos e sugere ajustes de uso de recursos. A empresa afirma que, em cenários de DevOps, é possível reduzir o tempo médio de resolução de incidentes em até 60%.

Outro ponto da solução é a integração com a oferta de cloud da Faiston, estruturada em modernização, segurança, observabilidade, dados e FinOps. A proposta é consolidar a operação em uma camada única de inteligência, reduzindo a fragmentação entre ferramentas e permitindo correlação mais rápida entre eventos, métricas e logs.

“O modelo de IA agêntica também altera a forma como equipes de TI operam. Ao automatizar tarefas operacionais e decisões recorrentes, a tecnologia tende a deslocar o foco das equipes para planejamento, arquitetura e governança. Esse movimento ocorre em paralelo ao aumento da complexidade dos ambientes digitais, que tornam cada vez mais difícil a gestão manual de infraestrutura”, observa o executivo.

 

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