O Facebook, durante a semana do Dia dos Namorados comemorado em alguns países no dia 14 de fevereiro, liberou dados sobre relacionamentos. Em uma pesquisa realizada pelo Facebook Data Science, a rede social apontou o que acontece quando um casal muda o status de “solteiro” para “em um relacionamento”.
Com uma pesquisa anônima, a rede postou em seu blog dados que comprovam que as interações antes e depois da alteração de status são semelhantes. As informações vieram de casais que alteraram o status de “solteiro” para “em um relacionamento sério” e marcaram uma data como início do namoro.
Segundo a pesquisa, os relacionamentos começam com um período de conquista: os interessados trocam muitas mensagens, visitam o perfil de sua paquera com frequência e trocam posts entre si.
Nos 100 dias anteriores ao começo do namoro foi possível observar um aumento no número de posts compartilhado entre o futuro casal. Quando o relacionamento começa (dia 0), os posts tendem a reduzir. Sendo 1.67 posts por dia 12 dias antes do relacionamento começar e diminui para 1.53 posts diários nos próximos 85 dias. Carlos Diuk, cientista do Facebook Data Center acredita que depois de assumir o namoro, os casais preferem passar mais tempo juntos, tendo mais interações físicas do que online.
Mesmo com a queda de interações, o conteúdo passa a ser mais carinhoso e positivo. Os posts após a mudança de status foram analisados e destacam que o uso de palavras como “amor”, “legal” e “feliz” passa a ser mais utilizado.
Já quando o relacionamento termina e os usuários alteram o status de “em um relacionamento sério” para “solteiro”, as interações com os amigos aumentam 225%.
Estes dados foram recolhidos de um grupo de pessoas que teve um relacionamento por pelo menos duas semanas. A rede social analisou o número de mensagens e posts compartilhados e comentários nos seus próprios posts em um período de um mês antes e um mês depois do fim do relacionamento.
“Isso mostra que as pessoas recebem apoio de seus amigos em momentos que precisam, seja ele de mensagens, posts ou comentários”, destaca o cientista Adrien Friggeri.



