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BBB 23 estreia com experiência imersiva, inteligência artificial e infraestrutura de dados
17 de Janeiro de 2023

BBB 23 estreia com experiência imersiva, inteligência artificial e infraestrutura de dados

Um dos destaques é a transformação do estúdio do apresentador, Tadeu Schmidt

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A edição 23 do Big Brother Brasil chegou cheia de novidades e está com diversas inovações tecnológicas. Um dos destaques é a transformação do estúdio do apresentador, Tadeu Schmidt, que combina elementos reais e virtuais. O local é como uma grande arena, composta por janelas virtuais gigantes – recurso inédito do programa –, tornando imperceptível a fronteira entre o que é concreto e o que é fruto do trabalho dos artistas de design da Globo. “Nosso objetivo é surpreender e encantar”, pontua Alexandre Arrabal, diretor do Centro de Design da Globo.

Outra novidade desta edição é o reconhecimento facial que dá acesso ao quarto do líder e também destrava a grande central de controle que permite quem está no posto da semana acessar de maneira limitada e pré-determinada, diversos comandos que possibilitam uma visão privilegiada do jogo. A partir de um reconhecimento biométrico, só o líder pode acionar essa central, que inclui imagens e áudios gerados a partir de uma integração ao sistema de câmeras do programa.

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Outra novidade dessa edição é a forma de monitoramento dos participantes. Pela primeira vez, inteligência artificial e machine learning permitem o reconhecimento facial dos brothers, promovendo um acompanhamento automático dos cortes de câmera para mapear os movimentos pela casa. Os metadados são outro recurso que auxilia no storytelling: eles possibilitam a localização imediata de cenas específicas e, por consequência, facilitam e agilizam a edição dos trechos mais atrativos e impactantes do programa.

Transmissão de dados

A robustez da infraestrutura de transmissão de dados é outro diferencial da nova edição do Big Brother Brasil. Evoluindo na sua trajetória mediatech, a Globo intensifica o processo de cloudfication (migração de sistemas e conteúdos do data center físico para a nuvem). Pela primeira vez na história do programa, a infraestrutura e a segurança das plataformas digitais da Globo estão 100% na nuvem – um crescimento de 80% em relação à edição passada. Com essa migração para a nuvem, a Globo se beneficia da elasticidade das grandes infraestruturas, ganha confiabilidade e inovação nos processos, além de velocidade em larga escala.

Além disso, a empresa investe de forma contínua na expansão da sua CDN – Content Delivery Network ou Rede de Distribuição de Conteúdo. Em parceria com suas afiliadas, a Globo atingiu, no fim do ano passado, o marco de 167 PoPs, Pontos de Presença de Redes, distribuídos estrategicamente no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e no Canadá. “Essa robustez da infraestrutura aumenta substancialmente, em quase 50%, a capacidade de absorver a audiência massiva que, ao fim de um capítulo, migra, no mesmo minuto, da TV aberta para o Globoplay”, conta Igor Macaúbas, diretor de Tecnologia para Plataformas Digitais da Globo.

Ainda em termos de infraestrutura, mudanças técnico-operacionais representam mais um salto tecnológico desta edição. A chamada “Unidade Móvel” – solução completa para transmissão de eventos em qualquer localidade – continua ativa, mas, pela primeira vez, o programa ganhou um ambiente apartado, o que resulta em um avanço na integração entre as equipes de trabalho, mais conforto e evolução estrutural para o trabalho em tempo real da direção e promove segurança da operação como um todo.

O programa conta com 63 câmeras de alta tecnologia embarcada. Algumas operam no padrão 5G, com impacto na redução de cabeamento.

“O Big Brother é um celeiro de projetos de tecnologia, no qual temos a oportunidade de desenvolver um trabalho amplo, integrado e disruptivo nas mais variadas frentes tecnológicas. São entregas que envolvem equipes multidisciplinares, profissionais que trabalham ao longo de todo o ano, trazendo soluções inovadoras e que evoluem a cada edição. Nosso trabalho é contínuo, ofertando uma ampla gama de possibilidades para a direção do programa, apoiando a construção e o desenvolvimento de narrativas ao longo da edição”, conclui Raymundo Barros, diretor de estratégia e tecnologia da Globo.

 

Foto: Reprodução/Globoplay

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