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Alta demanda do setor de tecnologia sofre com falta de qualificação profissional
26 de Julho de 2022

Alta demanda do setor de tecnologia sofre com falta de qualificação profissional

Formações focadas no setor podem ajudar a suprir a demanda crescente

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Está sobrando vagas de emprego para os chamados ‘profissionais STEM‘, aqueles que atuam em áreas como ciência de dados, tecnologia, informática, engenharias e matemática. A remuneração média inicial para esses profissionais é superior a R$ 4,7 mil, duas vezes e meia maior do que as demais ocupações, segundo análise do Observatório FIESC, mas mesmo com salários atrativos, é difícil fazer contratações porque falta qualificação na área.

Para superar essa barreira, cursos vêm sendo oferecidos pelo SENAI, inclusive com capacitação a distância, ampliando o acesso ao ensino superior em todo o país por meio da plataforma UniSENAI Digital.

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Em Santa Catarina, são oferecidos três cursos: análise e desenvolvimento de sistemas, ciência de dados e inteligência artificial e sistemas para internet. “Inicialmente, os cursos terão foco no setor de TIC, entretanto vamos expandir a oferta de cursos para outras áreas do conhecimento de forma gradativa”, adianta o gerente do campus Florianópolis do Centro Universitário do SENAI, Fabricio Bittencourt. As inscrições para estas formações seguem até sexta-feira, dia 29.

O mapeamento de vagas da ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia) realizado em 2021 estima que mais de 16 mil vagas serão demandadas por empresas de tecnologia de SC até 2023. “Em faturamento, o setor de tecnologia de Santa Catarina é o 6º maior do país, o que comprova a relevância do estado no ambiente tecnológico. Há um vasto campo de atuação e formar profissionais nestas áreas é fundamental para assegurar nossa capacidade de inovar e de competir”, frisa o diretor-regional do SENAI, Fabrizio Machado Pereira.

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