Esta entrevista foi realizada em 21 de novembro de 2008
AcontecendoAqui entrevista com exclusividade Daniel Araújo, presidente do Sindicato, e Adir Mazzuco Jr., VP do Sindicato e presidente do Prêmio Catarinense de Propaganda
por Jailson de Sá
AcontecendoAqui – Com o julgamento do Prêmio Catarinense de Propaganda acontecendo neste final de semana, nos dias 22 e 23 de novembro, o mercado está curioso por detalhes sobre a premiação. Em primeiro lugar, quantas peças foram inscritas?
Mazzuco – Tivemos 641 peças inscritas. Um aumento de 50% no número de inscrições realizadas no ano anterior.
AAqui – Como foi a participação das agências?
Mazzuco – Fomos surpreendidos positivamente com a adesão das agências catarinenses ao Prêmio. A participação das agências também cresceu em 50%. Metade das agências é da Capital e o restante dos demais municípios do Estado.
Araújo – A grande totalidade das agências afiliadas está participando do Prêmio. Isso demonstra o crescimento e o amadurecimento de nosso mercado.
AAqui – Dentre as agências que não participaram, há alguma tradicional que tenha ficado de fora?
Mazzuco – Sim. Só uma agência.
AAqui – Qual é a agência?
Araújo – Uma agência da Capital.
AAqui – Qual delas?
Araújo – A Neovox.
AAqui – Houve alguma reação do mercado em relação às alterações no regulamento?
Mazzuco – Sim, a reação foi muito positiva. É só comparar o número de agências e peças inscritas em relação à última premiação. As modificações realizadas no regulamento foram fruto de várias reuniões dos principais criativos do nosso mercado. Juntos, eles definiram o que precisaria ser mudado. No prêmio anterior, não havia limites para as peças receberem Ouro, Prata ou Bronze. Quem inscrevia mais peças, acabava levando vantagem. A partir de agora, o Prêmio vai conceder apenas um Ouro, uma Prata e um Bronze em cada categoria. Outra mudança é que não existem mais os prêmios regionais – até porque, talento não tem fronteiras. Isto tudo tornou a disputa mais justa. O que aparentemente poderia parecer dificultar a adesão de algumas agências, acabou valorizando o prêmio e fazendo com que a participação fosse ainda maior do que nos anos anteriores.
AAqui – O júri da premiação é composto por profissionais de Criação da McCann Erickson, Almap BBDO, África e JWT São Paulo. Como vocês analisam a importância destes nomes para o Prêmio Catarinense?
Araújo – Nosso objetivo em trazer profissionais renomados do maior mercado de propaganda do Brasil, que é São Paulo, foi justamente valorizar e dar mais credibilidade ao prêmio. Afinal de contas, estes profissionais premiadíssimos internacionalmente, com vários Leões e Clios em seus currículos, têm profunda propriedade para identificar a essência criativa.
AAqui – Quem é o presidente do júri?
Mazzuco – Vai ser o Roberto Fernandez, diretor geral da JWT São Paulo, que acabou de ser escolhido.
AAqui – Quando sai o shortlist?
Mazzuco – A divulgação da lista das peças finalistas do prêmio está prevista para a próxima quarta, dia 26 de novembro.
AAqui – Como está o preparativo para a festa? Quantas pessoas são esperadas? O que os participantes vão encontrar lá?
Mazzuco – A festa será temática. Criamos um personagem-símbolo que representará o Prêmio de Propaganda Catarinense, assim como existe o Leão de Cannes e o Galo de Gramado, adotamos o Gorila para simbolizar nossa premiação. Durante a festa, este personagem fará várias performances, interagindo com o público.
Araújo – Posso garantir que esta será a melhor festa de comunicação da história de Santa Catarina! A festa, que acontecerá no Hotel Majestic, está fechada para 400 pessoas. Teremos muitas surpresas que só quem comparecer à festa descobrirá. Será uma comemoração grandiosa.
Mazzuco – A festa do Prêmio de Propaganda Catarinense 2008 vai ser uma celebração da criatividade de nosso mercado.
Araújo – Nossa indústria da propaganda, que o ano todo fortalece marcas e fomenta a economia do Estado e do País, é merecedora de uma comemoração à altura do nosso negócio.
Colaboração: Michelle Araújo.
