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O Casamento da Agência
13 de Setembro de 2012

O Casamento da Agência

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  1. O  advogado se casou com uma mulher que já havia sido casada oito vezes.

Na noite de núpcias, no quarto do hotel,  a noiva observou:
– Por favor meu bem, seja gentil. Ainda sou virgem!!!

Perplexo, sabendo que ela havia sido casada tantas vezes, o noivo pediu para que  se explicasse.  Ela explicou:
 – Meu primeiro marido era psicólogo. Ele só queria conversa sobre sexo.

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 – Meu segundo marido era ginecologista. Ele só queira examinar o local.

 – Meu terceiro marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber.

 – Meu quarto marido era gerente de vendas. Ele dizia que sabia que tinha o produto, mas não sabia como utilizá-lo.

 – Meu quinto marido era engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método de utilização

 – Meu sexto marido era funcionário público. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele.

– Meu sétimo marido era técnico de informática. Ele dizia que se estava funcionando, era melhor ele não mexer.

 – Meu oitavo marido era analista de suporte. Depois de dar uma olhada, ele disse que as peças estavam todas perfeitas, mas que não sabia por que o sistema não funcionava.

– Por isso agora estou me casando com um advogado.

– Por que advogado, e justo eu? , disse o nono marido..

A resposta foi imediata:

 – Porque tenho certeza que você vai me foder. 

 

3. Tenho a impressão de que algumas agências podem estar caminhando para um beco sem saída no que se refere à remuneração.

Como você sabe, há, basicamente dois sistemas de remuneração: sobre veiculação e por fee. Ocorre que a tendência é de que a veiculação em veículos de massa diminua, na medida em que, com o aumento do investimento em redes sociais, ela declina. Além disso, muitos começam a discutir a percentagem que será retida pela Agência.

Por outro lado, o sistema de fee pode acarretar prejuízo, se o serviço exigido pelo cliente for além do negociado quando da assinatura do contrato, que nem sempre prevê um reajuste anual. Quando isso ocorre, a agência é obrigada a aumentar o corpo de funcionários. Portanto, a crescer as despesas.

4. Tem uma saída, claro: a agência renegociar o fee, mesmo sob o risco de perder o Cliente. Mas nem todas se dispõem a isso. Sobra-lhe, então, uma só alternativa: trocar quem ganha o salário mais alto por alguém que se disponha a ganhar menos, o que pode implicar na queda da qualidade do serviço. Ou simplesmente demitir, o que pode significar menos serviço prestado.
Só que o Cliente está pouco se lixando para os problemas da agência.

5, Cliente que se preza quer uma agência interessada, transpirando entusiasmo, chamando permanentemente sua atenção para oportunidades emergentes no mercado, prestando-lhe cada vez mais e melhores serviços pelo menor custo possível. Se isso não acontece, ele começa a pensar em mudar de agência.  Pronto: está feito o nó górdio.

6. A agência, então, faz o papel do marido publicitário.  Olha a conta, vê que pode ganhar um bom dinheiro, mas na hora de falar com o cliente, brocha.

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