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Nike perde batalha sobre anúncio banido do Twitter
11 de Setembro de 2012

Nike perde batalha sobre anúncio banido do Twitter

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 Tuíte de Wayne Rooney com propaganda da marca foi proibido por não estar identificado com #ad

Wayne Rooney: jogador tuitou anúncio da Nike sem identificar como publicidade.

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A Nike perdeu a batalha contra uma decisão da Advertising Standards Authority (ASA), o “Conar britânico”, que baniu um tuíte publicitário do jogador de futebol Wayne Rooney porque a mensagem não estava claramente identificada como propaganda.

Neste dia, Wayne Rooney, que tem quase 5 milhões de seguidores no microblog, escreveu “Minha resolução – começar o ano como campeão e terminar o ano como campeão”, seguido da hashtag #makeitcount e de um link para a campanha da Nike.

Além de Rooney, o jogador Jack Wilshere também tuitou conteúdo semelhante.

Em junho deste ano, após receber uma denúncia, a ASA iniciou uma investigação para saber se os tuítes dos atletas traziam realmente conteúdo publicitário sem identificação.

Conforme a entidade, a ausência de um marcador – #ad ou #spon, por exemplo – nos anúncios demonstrou que a marca havia quebrado as regras de identificação de ações publicitárias.

Em sua defesa, a Nike disse que ambos os jogadores são patrocinados pela empresa e que havia conversado com Rooney e Wilshere sobre seus planos para o próximo ano. Conforme a marca, os atletas eram livres para tuitar, retuitar e comentar tuítes de consumidores como parte da campanha.

A ASA rebateu, dizendo que a parte final dos tuítes havia sido combinada com um membro da equipe de marketing da Nike, e que como os usuários do Twitter geralmente percorrem seus tuítes muito rapidamente durante o dia, é importante que as mensagens patrocinadas estejam claramente identificáveis.

No caso da Nike, segundo a ASA, não estava claro para os usuários da rede social que os conteúdos tuitados eram publicitários, nem que os jogadores são patrocinados pela marca.

Segundo o Campaign, após ter as mensagens banidas, a Nike pediu à ASA que fizesse uma revisão no processo. A entidade declinou, afirmando que não havia motivos para reconsiderar a decisão.

 

Fonte: Exame.com.

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