
As mudanças tanto do mercado brasileiro – alvo de grandes investimentos em todas as áreas e, principalmente, de grandes empresas de telecomunicação – e o perfil do consumidor, segundo ele, exigem estudo diário, busca de informações e conhecimento do funcionamento das tecnologias de comunicação e do seu uso pelas pessoas em geral. "Precisamos avaliar as informações em tempo real. Temos que ter humildade e convencer os nossos clientes de que também devem ser humildes, ou seja, sair do topo, da propaganda como a gente sempre faz, e fazer diferente, usar e aperfeiçoar as mídias próprias, usar de forma criativa o merchandising. Precisa ter sensibilidade para dialogar com os consumidores, inclusive estar pronto para ouvir suas críticas ao produto", salientou.
Para Eurides, manter a marca no mercado, manter os consumidores, depende menos da quantidade de verbas do que da nossa capacidade para avaliar quais mídias devemos usar e de que forma. "Nos últimos sete anos, trabalhei com verbas bem restritas", disse.
Outra exigência é a atenção e sintonia com as mudanças impostas por segmentos cada vez mais influentes. "As mulheres consomem 50% da cerveja comercializada no País e as propagandas continuam masculinas e machistas", exemplificou.
Ainda hoje
Ivan Savaris – Coordenador de Marketing e Produtos da Cremer S.A. (Em andamento – acompanhe ao vivo no Acontecendo Aqui)
Título: Pré-Mídia: como se preparar para uma comunicação que funciona.
Temas

14h – Fernanda Bornhausen Sá – Sócia e diretora da Clear Educação e Inovação
Título: Novas Mídias: ferramentas estratégicas para enfrentar os grandes problemas mundiais.
15h30 – Eduardo Cappia – Associação das Emissoras de Rádio e Televisão de São Paulo
Título: Radiodifusão tradicional: sucesso ainda?
16h40 – Antonio Gavazzoni – Presidente da Celesc Holding
Título: A importância da Comunicação para o Plano de Investimento da Celesc
17h50 – Happy Hour na Feira de Negócios e Relacionamento

