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Mídia SC: o mercado é conservador em relação às novas mídias por cautela ou falta de conhecimento?
26 de Outubro de 2012

Mídia SC: o mercado é conservador em relação às novas mídias por cautela ou falta de conhecimento?

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A Mesa Redonda “Novas mídias. Novas oportunidades”, debateu formas diversas de enriquecer a comunicação entre marcas e consumidores, em um mercado ainda reticente com relação a essas iniciativas. Carlos Costa, Diretor da Audiolab, partiu do trabalho que realiza com música para ambientes, com o objetivo de torná-los mais atrativos ao consumidor. “Não existe música ruim ou música boa”, afirmou. Com a ajuda da pesquisa etnográfica, é importante entender a conexão entre o entendimento da marca pelo cliente e pelo consumidor. Para ele, as marcas deixarão de ter pontos de venda para ter pontos de experiência. E citou o exemplo da Netshoes, que pode não ter uma loja física, mas pode ocupar um espaço para as pessoas experimentarem os produtos e depois realizarem as compras pela internet. E nisso tudo, a música do ambiente ocupa um espaço fundamental na comunicação.

Para Eric Santos, diretor da Resultados Digitais, as empresas precisam ir além de pensarem em canais de mídia mensuráveis. É essencial que montem seus próprios canais, usando aqueles que estão disponíveis no momento. Janice Zanatta, diretora da Good Smell, falou da experiência de ligar cheiros a produtos. Ao usar bem a ferramenta emocional, sensorial, a empresa pode associar a marca à memória olfativa do cliente, criando uma eficiente e diferenciada forma de atrair o consumidor.

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Jader Melilo, diretor da Publish Content, tratou da importância de se contar histórias, independente da tela. “As marcas são experimentadas, vividas. Elas precisam conversar com os consumidores, com um conteúdo relevante”, disse. E perguntou: “O cliente virou mídia. O que fazer agora”? Olavo Pereira Oliveira, diretor da Soap, mostrou a diferença que uma boa apresentação pode fazer para conquistar o cliente. E uma apresentação deve ser bem planejada, como qualquer outra mídia, para um momento decisivo. Como no cinema, deve ter um roteiro. E sobretudo, contar uma boa história.

Eurides Terence, sócio-diretor da tutano.cc, mediou o debate e provocou ao perguntar se o conservadorismo do mercado com relação às novas mídias acontece por cautela ou por falta de conhecimento. Para a maioria da plateia, a segunda alternativa é a mais provável.

A última palestra do Mída Santa Catarina é com Rafael Sampaio, vice-presidente executivo da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, tendo como painelistas Eduardo Smith, vice presidente executivo do Grupo RBS Santa Catarina e Rodrigo Cassol, ditretor superintendente da Cassol Centerlar.

O AcontecendoAqui transmite o evento ao vivo. Acompanhe também pelo site www.midiasantacatarina.com.br

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