
Para Eric Santos, diretor da Resultados Digitais, as empresas precisam ir além de pensarem em canais de mídia mensuráveis. É essencial que montem seus próprios canais, usando aqueles que estão disponíveis no momento. Janice Zanatta, diretora da Good Smell, falou da experiência de ligar cheiros a produtos. Ao usar bem a ferramenta emocional, sensorial, a empresa pode associar a marca à memória olfativa do cliente, criando uma eficiente e diferenciada forma de atrair o consumidor.
Jader Melilo, diretor da Publish Content, tratou da importância de se contar histórias, independente da tela. “As marcas são experimentadas, vividas. Elas precisam conversar com os consumidores, com um conteúdo relevante”, disse. E perguntou: “O cliente virou mídia. O que fazer agora”? Olavo Pereira Oliveira, diretor da Soap, mostrou a diferença que uma boa apresentação pode fazer para conquistar o cliente. E uma apresentação deve ser bem planejada, como qualquer outra mídia, para um momento decisivo. Como no cinema, deve ter um roteiro. E sobretudo, contar uma boa história.
Eurides Terence, sócio-diretor da tutano.cc, mediou o debate e provocou ao perguntar se o conservadorismo do mercado com relação às novas mídias acontece por cautela ou por falta de conhecimento. Para a maioria da plateia, a segunda alternativa é a mais provável.
A última palestra do Mída Santa Catarina é com Rafael Sampaio, vice-presidente executivo da ABA – Associação Brasileira de Anunciantes, tendo como painelistas Eduardo Smith, vice presidente executivo do Grupo RBS Santa Catarina e Rodrigo Cassol, ditretor superintendente da Cassol Centerlar.
O AcontecendoAqui transmite o evento ao vivo. Acompanhe também pelo site www.midiasantacatarina.com.br

