A Copa do Mundo de 2026 promete ser mais diversa do que nunca, e um dos grandes destaques será a participação cada vez maior das mulheres como fãs do evento. Para as marcas, isso abre uma oportunidade valiosa de se conectar com públicos que, muitas vezes, são deixados de lado.
Um relatório da We Are Social identificou três perfis principais de torcedores, os casuais, os apaixonados e os “ultras”, e como engajá-los por meio de conteúdos culturalmente relevantes.
A Copa do Mundo não gera apenas barulho nos estádios, mas também um enorme movimento midiático. Nesse cenário, prender a atenção do público será um desafio. A recomendação é que o marketing vá além dos anúncios tradicionais e invista em conteúdos que possam ser consumidos a qualquer momento.
Historicamente menos representadas, as mulheres se mostram mais abertas e dispostas a apoiar marcas que demonstram compromisso com o esporte que amam. Pesquisas confirmam: uma em cada quatro fãs de futebol feminino já comprou algum produto motivada por patrocínio à sua modalidade. Isso as torna 58% mais propensas a fazê-lo do que outras fãs de esportes.
A análise da WARC reforça: 40% das torcedoras de futebol desejam ver colaborações entre clubes e marcas de moda.
Principais números
- 53% do público da Copa será feminino (vs. 38% entre os fãs tradicionais de futebol).
- 35% terá entre 16 e 24 anos (vs. 15% entre os fãs já estabelecidos).
- 29% serão pessoas negras (vs. 16% de brancos).
- Quase 70% acompanharão as partidas enquanto rolam suas redes sociais.
- Desde janeiro de 2025, já houve 767 milhões de menções à Copa on-line.
- As plataformas favoritas são Facebook (70%), Instagram (68,3%) e TikTok (60,6%).

Foto: Pexels
Fonte: WARC
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