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Mídia em terceiros espaços desafia conceitos da publicidade
02 de Julho de 2026

Mídia em terceiros espaços desafia conceitos da publicidade

Oportunidades oferecem atenção qualificada, contexto favorável e proximidade com a decisão de compra

Os chamados “terceiros espaços”, ambientes como bares, restaurantes, academias, consultórios e salas de espera, vêm ganhando relevância nas estratégias de mídia das marcas. Apesar disso, ainda existem dúvidas sobre a eficácia desse tipo de publicidade. Em artigo patrocinado publicado pela ADWEEK em parceria com a Atmosphere TV, especialistas contestam três percepções consideradas equivocadas sobre esse formato e defendem que esses locais oferecem oportunidades de comunicação difíceis de reproduzir em outros canais.  

Segundo o conteúdo, um dos principais equívocos é acreditar que as pessoas ignoram as telas presentes nesses ambientes. A avaliação é que, embora o consumo ocorra de forma diferente da televisão tradicional ou das redes sociais, a atenção do público tende a ser mais espontânea e receptiva, já que os consumidores estão em momentos de espera, lazer ou convivência social. Nesses contextos, a publicidade encontra menos concorrência direta pela atenção.  

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Outro mito apontado é a ideia de que esse tipo de mídia teria alcance reduzido. O artigo argumenta que milhões de pessoas frequentam diariamente esses estabelecimentos, transformando os terceiros espaços em pontos recorrentes de contato entre consumidores e marcas. Além da escala, o diferencial estaria na repetição das exposições ao longo da rotina, fortalecendo o reconhecimento das campanhas.  

A publicação também questiona a percepção de que a mídia nesses ambientes serviria apenas para ampliar reconhecimento de marca. De acordo com os especialistas, a proximidade com momentos de consumo permite influenciar decisões de compra de forma mais imediata. Um anúncio exibido em um restaurante, por exemplo, pode impactar escolhas feitas ainda durante a permanência no local ou pouco tempo depois.  

O artigo destaca que, em um cenário de fragmentação da audiência e aumento da concorrência entre plataformas digitais, os terceiros espaços passam a integrar estratégias omnichannel, complementando campanhas em televisão, redes sociais e mídia digital. Em vez de substituir outros canais, a proposta é ampliar os pontos de contato entre marcas e consumidores ao longo da jornada.  

Para os autores, o crescimento desse modelo reflete uma mudança na forma como a publicidade busca alcançar o público. Mais do que investir apenas em alcance, as marcas passam a valorizar ambientes capazes de oferecer contexto, atenção e proximidade com situações reais de consumo, transformando os terceiros espaços em uma alternativa cada vez mais presente nos planejamentos de mídia.

Foto: Magnific

Fonte: AdWeek

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