O Social Good Brasil, projeto que busca estimular o uso de tecnologia em projetos de empreendedorismo social, planeja uma série de ações para 2015. A principal novidade para o próximo ano é o Agente Social Good, que vai possibilitar que qualquer indivíduo, com acesso apenas a um computador conectado à internet, encontre a melhor forma de apoiar projetos sociais – seja mobilizando sua rede para atuar diretamente sobre um problema ou divulgando uma causa. Ações que já fazem parte do calendário do projeto – como o Seminário Social Good Brasil, o documentário “Conectados Transformamos” e o LAB – em 2015 vão ganhar edições renovadas.
O Seminário Social Good Brasil, que teve sua primeira edição em 2012 em Florianópolis com a participação de 1150 pessoas e 10 mil acessos ao livestream, em 2015 alcança sua quarta edição. Com tema ainda a ser definido, o Social Good Brasil vai reunir em Florianópolis especialistas de instituições nacionais e internacionais, referências em suas áreas de atuação.
Aprovado pela Lei Rouanet, o documentário “Conectados Transformamos”, que lotou o cinema do Centro Integrado de Cultura em sua estreia, em Florianópolis, em 2014, também vai ganhar mais uma edição. Serão novos depoimentos de idealizadores de projetos inspiradores que usam a tecnologia para fazer o bem, voluntários, apoiadores e, principalmente, dos beneficiados pelas iniciativas
A terceira edição do LAB, prevista para 2015, mais uma vez apoiará projetos inovadores de empreendedorismo social que acreditam no poder das tecnologias e novas mídias como ferramenta para a transformação social. Nos últimos anos o LAB vem garantindo apoio a projetos que se destacam nacionalmente. No início de dezembro, por exemplo, o participante do Social Good Brasil Lab 2014, Lucas Lucchesi ficou entre os quatro vencedores do Prêmio Jovens Inspiradores 2014, que premia estudantes universitários ou recém-formados com potencial para assumir posições estratégicas no desenvolvimento do Brasil. Lucchesi, de 23 anos, fundou a Camaru, empresa social que tem como objetivo prover saneamento básico para comunidades carentes e evitar a proliferação de doenças ligadas e falta de sanitários através de uma solução inovadora de banheiro seco. O projeto rendeu a classificação pelo voto popular, com 21.896 votos (39% do total).
