
Para o Cafundó, 2014 decretou que o modelo de publicidade baseado na compra e venda de mídia está fracassado, mas as agências em sua maioria, insistem em não acreditar nisso e o pior, ainda tem gente abrindo agência por aí. Se tivessemos baseado nosso modelo de negócio apenas na venda de prestação de serviço ao publicitário (no caso comercial de tv em animação), teríamos quebrado neste ano, ou passado grandes dificuldades. Tivemos sim problemas, pois o mercado estava receoso, pouco amistoso e não disposto a correr riscos, mas nossa visão focada em unir tecnologia com computação gráfica e design foi muito bem recebida por aqueles que acreditam nessa possibilidade e, felizmente, se deram bem.
Em 2015 certamente não queremos conduzir o estúdio apenas com base em intuição e inspiração, mas da mesma maneira, confiar demais na racionalidade e no universo analítico tem se mostrado tão perigoso quanto. Para 2015, desejamos nos manter inovando e, por isso, não vamos focar em perseguir o esfumaçado termo “inovação”, mas sim buscar relevância pela criação e manutenção de uma cultura de empatia, cocriação e constante experimentação.
Outros depoimentos
ESTREIA com Ricardo Barbosa Lima – Presidente da MDO.ag
Marcello Correa Petrelli, presidente executivo do Grupo RIC Santa Catarina
Tavane Sakamoto, gerente de marketing do Shopping Iguatemi Florianopolis
Daniel Silva, presidente da Quadra Comunicação
Carlos Joffre do Amaral Neto, vp do Grupo SCC