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‘Wall Street Journal’ não irá mais censurar palavrões
10 de Agosto de 2016

‘Wall Street Journal’ não irá mais censurar palavrões

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O jornal norte-americano “The Wall Street Journal” anunciou em seu site que passou a publicar palavrões e termos que expressam “vulgaridades” em aspas ditas por suas fontes. Antes, a publicação colocava travessões nas palavras consideradas de “baixo calão” pronunciadas por políticos ou celebridades. 

“Padrões evoluem, inclusive o tratamento do WSJ com palavrões”, diz o jornal em editorial. “Nosso entendimento é de que é importante incluir [o palavrão] na citação porque isso mostra como a pessoa se comunica, sua profundidade de sentimentos sobre um assunto ou personalidade”.

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De acordo com o G1, o jornal dá exemplos de como vai proceder. Se um executivo disser “tempestade de merda” (“shit storm”, em inglês) ou um político, “(adivinha quem)”, diz o jornal, pronunciar “‘bomb the shit’ out of ISIS” (algo como “bombardear a ‘merda’ do Estado Islâmico”, da gíria em inglês) – o termo será publicado da forma como foi dito.

“O motivo é que nós queremos ser respeitosos sem ser vitorianos, em linha com a evolução da linguagem”, conclui o editorial. O WSJ usava travessões em calúnias raciais e em palavras como “fuck” (f—) ou “fucking” (f—ing).

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