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Seminário em Santa Catarina discute o futuro da Empresa Brasil de Comunicações
25 de Novembro de 2016

Seminário em Santa Catarina discute o futuro da Empresa Brasil de Comunicações

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O mandato da deputada federal Angela Albino realizará em 28 de novembro o seminário “Por uma EBC pública e democrática”, a partir das 18h30 no auditório do Centro de Ciência Jurídicas (CCJ) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis. Na função de revisora do relatório que será produzido pela comissão especial do Congresso incumbida de analisar a 744*, que altera funcionamento da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Angela está ouvindo amplamente os representantes do setor de comunicação e as discussões do seminário devem subsidiar seu trabalho na comissão.

“Há anos a sociedade brasileira tem compreendido que é necessário democratizar o acesso à informação. A EBC cumpre esse papel na medida que tem o controle social dentro da sua gestão. Por isso para nós é importante essa determinação de participar como relatora revisora da medida provisória que muda drasticamente o perfil da EBC e que portanto nós estaremos lá para fazer esse contraponto e dizer que é preciso ter uma EBC com autonomia de governos e partidos”, defendeu Angela Albino.

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Estarão na mesa de debate o ex-conselheiro da EBC, Paulo Derengoski, presidente do sindicato de jornalistas de Santa Catarina, Aderbal Rosa FIlho, Diretor de Integração Acadêmica da Associação Catarinense de Imprensa, Billy Culleton e o professor do Departamento de Jornalismo da UFSC, Carlos Locatelli.

O seminário “Por uma EBC pública e democrática” tem apoio das entidades representadas na mesa e ainda da TV Floripa e dos mandatos do vereador Lino Peres (PT) e do Deputado Estadual Cesar Valduga (PCdoB).

 

*A MP 744 foi instituída já nos primeiros dias do governo ainda interino do presidente Michel Temer e extinguiu o conselho curador da EBC, criou uma nova composição do Conselho de Administração da empresa, reduzindo dois diretores na composição da Diretoria-Executiva. Além disso, todos os membros passam a ser nomeados e exonerados pelo Presidente da República, tirando a participação da sociedade civil e centralizando as decisões sobre a EBC no chefe do Poder Executivo.

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