A repórter Charlo Greene, da KTVA de Anchorage, no Alasca, pediu demissão ao vivo no último domingo (21) afirmando que prefere lutar pela legalização da maconha no estado norte-americano. Charlo declarou ser proprietária do Alaska Cannabis Club, empresa que comercializa a droga para fins medicinais.
O anúncio foi feito após uma matéria do Alaska Cannabis Club. “Tudo o que vocês ouviram é porque eu, a atual dona do Alaska Cannabis Club, dedicarei toda minha energia para lutar pela liberdade e justiça, que começa com a legalização da maconha aqui no Alasca. Quanto a este trabalho, não que eu tenha uma escolha, mas f***-**, eu me demito”, contou a repórter enquanto o programa estava no ar.
Segundo o Alaska Dispatch News, a página do clube já tinha pedido aos seguidores que assistissem o programa. A intenção de Greene era chamar atenção para liberação do uso da maconha de forma medicinal. “Se ofendi alguém, peço desculpas, mas não estou arrependida da escolha que fiz”, declarou.
O diretor de notícias da KTVA, Bert Rudman, postou uma declaração na página da emissora no Facebook se desculpando pela linguagem indevida da repórter. O clube é um coletivo organizado para atender pacientes que se tratam com maconha medicinal no Alasca. A proposta é conectar estes pacientes com pessoas que plantam marijuana, oferecendo “doações” como reembolso. A legalização da maconha será votada no Alasca no dia 4 de novembro. Confira abaixo o pedido de demissão da repórter.
