Recentemente foi realizada uma pesquisa pelo Cultura Colaborativa, com 180 comunicadores de todo o Brasil, para identificar o perfil do profissional de comuncação interna no país.
De acordo com o estudo a maioria é mulher (67%), com idade entre 31 a 45 anos (32%) e com especialização concluída (57%). Bem qualificados, estes profissionais visam a melhora da comunicação em suas empresas. E Segundo eles, o principal desafio a ser superado é a falta de processos e práticas efetivas de comunicação. 71% dos entrevistados apontam ser este o empecilho que abarca a comunicação corporativa.
O reflexo da gestão na comunicação é outro ponto avaliado na pesquisa. De acordo com os dados, quando ligada a uma diretoria de comunicação, 73% dizem perceber maior valorização e preocupação com a comunicação interna. Por outro lado, quando ligada à presidência executiva ou RH, o sentimento de valorização cai; apenas 35% a veem valorizada.
Quando se trata de ferramentas as redes tradicionais são as mais utilizadas pelas empresas. O mural, por exemplo, está presente em 70%, o jornal em 56% e a intranet tradicional em 54%; contudo, o índice de rejeição a elas é proporcional. A intranet tradicional figura em primeiro com 66% de rejeição, seguida pelo mural com 57% e jornal com 50%. Ferramentas mais atuais como: intranetes sociais, presentes em apenas 33% das empresas, têm uma taxa de rejeição de 46%, no comparativo é a ferramenta que melhor se sai, quando se discute integração e colaboratividade.
