Organização dedicada à proteção de jornalistas em risco abre escritório em São Paulo
22 de Agosto de 2011

Organização dedicada à proteção de jornalistas em risco abre escritório em São Paulo

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O International News Safety Institute-INSI, criado em 2003, prepara jornalistas para coberturas arriscadas com treinamentos e troca de informações.
 
Brasil é o segundo em riscos na América Latina
De janeiro a julho de 2011, houve registro no Continente Sulamericano de 19 mortes de jornalistas relacionadas ao exercício da profissão, segundo relatório da Sociedade Interamericana de Imprensa. O número é o maior em 20 anos. O Brasil está em segundo lugar no ranking do subcontinente, empatado com Honduras, tendo registrado o assassinato de quatro jornalistas neste ano. Em primeiro lugar, aparece o México, onde foram registrados cinco homicídios desse tipo.
 
1.000 mortes em 100 anos
Segundo levantamento do Insi, mais de mil profissionais da mídia morreram durante cobertura jornalística nos últimos dez anos.
Muitos foram vítimas em guerras ou desastres naturais, mas a maioria morreu no país de origem, enquanto cobria casos de corrupção e crime organizado, assassinada por pessoas que temiam a divulgação de atividades ilegais.
 
O Insi América Latina funcionará na sede da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo e será dirigido pelo jornalista Marcelo Moreira.
 
Com informações da Abert e Folha S.Paulo
 

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