
Segundo o jornal americano Washington Post, parentes e amigos de Emwazi reconheceram sua voz em vídeos de decapitações. O rapaz de 27 anos é formado em Ciências da Computação na Universidade de Westminster, em Londres, no Reino Unido, e está na Síria desde 2012, depois de ser deportado da Tanzânia em 2010.
Emwazi chegou a ser interrogado por autoridades do Reino Unido, de acordo com o The Independent e a BBC, e integrava uma lista de vigilância de contraterrorismo. Ele também era vigiado pela quinta seção da Inteligência Militar (MI-5) desde 2011 por ser associado a uma rede de pessoas que iriam à Síria.
O militante apareceu pela primeira vez no vídeo da decapitação de Foley, mas também é suspeito de matar o também jornalista americano Steven Sotloff e o japonês Kenji Goto, além dos agentes humanitários David Haines e Abdul-Rahman.
Com informações do Portal Imprensa.
