Eles são bonitos, jovens e tem um diferencial que os caracteriza – o texto arrojado. Estamos falando da nova geração de repórteres que têm ganhado cada vez mais espaço nos telejornais da Globo, o que não é motivo de contentamento para os jornalistas mais conservadores. Nas conversas entre os profissionais com décadas de serviços prestados e alguns prêmios na bagagem, nomes como Phelipe Siani e Danilo Vieria não são muito aprovados.
Afirmam que o primeiro repete sempre a mesma estrutura e alegam que o segundo faz muitas “gracinhas” e aparece mais que a notícia. Para eles, o jornalismo está mudando – para pior.
Conhecemos mais um pouco a história dos dois então:
Phelipe Siani
Chamado de “clone de William Bonner”, por causa do topete, foi promovido ao Jornal Nacional em abril, após quatro anos nos telejornais locais de São Paulo. Seu texto é considerado um modelo do que a nova fase do jornalismo da Globo quer: informal e conversado, capaz de tornar atraente uma reportagem de um tema econômico árido, por exemplo. Cópias já começam a aparecer, pois editores da emissora de todo o país orientaram repórteres a prestar atenção na maneira como ele trabalham.
Danilo Vieira
Está há sete anos na Globo Rio de Janeiro e é da mesma escola de texto que Siani. Trabalhava como editor do Bom Dia Brasil até conquistar espaço como repórter durante a Copa do Mundo de 2014, trabalhando de madrugada. Mas recentemente foi parar no Jornal Nacional. Em junho, teve destaque nas redes sociais após aparecer de camiseta e calção em uma matéria – exibindo músculos definidos e pele bronzeada – o que lhe gerou o apelido de “Repórter Gato”.
Clique aqui e assista a reportagem de Danilo Vieira que o fez parar nos trending topics do twitter.
Informações: Notícias da TV
Foto: Reprodução
