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Governo chinês teme organização da população pela internet e bloqueia site LinkedIn
28 de Fevereiro de 2011

Governo chinês teme organização da população pela internet e bloqueia site LinkedIn

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Preocupado com possíveis agitações populares, o governo chinês bloqueou o site de relacionamentos LinkedIn. De acordo com a Folha de S.Paulo, a ação é parte de um cerco oficial iniciado nas últimas semanas devido ao caos que ocorre no Oriente Médio. As redes sociais Twitter e Facebook já são bloqueadas pela censura chinesa.
 
Segundo o Portal Imprensa o bloqueio é uma tentativa de impedir que convocações para protestos se alastrem pelo país. Na terça, 22, foi divulgado no site boxun.com, escrito em mandarim, mas sediado nos EUA, uma convocação popular chamando os chineses a ir todos os domingos às 14h aos locais marcados para o último fim de semana. O texto também defendia mais independência do Judiciário, combate à corrupção e abertura política.
 
Para evitar qualquer reação a agitação da população, o governo chinês tem sido firme no tratamento dado a ativistas políticos. Grupos de direitos humanos afirmam que cerca de cem críticos do governos estão em prisão domiciliar ou detidos pela polícia.
 
O bloqueio a sites e censuras impostas na internet é recorrente na China. O dirigente do partido, Chen Jiping, declarou essa semana que a China enfrenta um momento interno difícil devido a "forças hostis ocidentais".

 

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