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Estudante UFSC é um dos vencedores da 5ª edição do Prêmio de Tecnologia da Petrobras
03 de Junho de 2011

Estudante UFSC é um dos vencedores da 5ª edição do Prêmio de Tecnologia da Petrobras

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Foi realizada hoje, 03/06, a cerimônia de premiação da 5ª edição do Prêmio Petrobras de Tecnologia Engenheiro Antônio Seabra Moggi, no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro. Foram 21 trabalhos selecionados entre 346 inscritos de 58 instituições de ensino e pesquisa. Participaram da solenidade o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa e o gerente Executivo do Cenpes, Carlos Tadeu da Costa Fraga. 
 
Pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o estudante João Ricardo Castro Melo venceu a categoria mestrado com o trabalho intitulado “Desenvolvimento de um perfilômetro óptico a laser para inspeção da integridade geométrica do interior de dutos”, dentro da linha de pesquisa sobre “Tecnologia de Segurança e de Desempenho Operacional”.
 
O Prêmio celebra a parceria de sucesso entre a comunidade nacional de Ciência e Tecnologia e a Petrobras, empresa que mais investe em tecnologia no país, reconhecendo a contribuição de estudantes, pesquisadores e instituições para a superação de fronteiras tecnológicas no segmento petróleo, gás e energia. É também uma oportunidade de revelar novos talentos e novas tecnologias, incentivando assim a inovação no meio técnico-científico e a aproximação entre as universidades brasileiras e a indústria de energia.
 
Voltado para estudantes de graduação, mestrado ou doutorado de qualquer instituição de ensino superior brasileira, o Prêmio Petrobras de Tecnologia Antônio Seabra Moggi é um dos mais importantes elos entre a Companhia e as universidades brasileiras. Lançado em 24 de setembro de 2004, visa incentivar a revelação de talentos e de trabalhos inovadores de interesse do segmento petróleo, gás e energia. 
 
Entre os inscritos na 5ª edição, 55% são da região Sudeste, 21% da região Nordeste, 19% da região Sul, 2% da região Norte e 3% da região Centro-Oeste, perfil similar à edição anterior.  Nessa 5ª edição, foram premiados 21 trabalhos de 14 instituições em nove estados.  Os temas Preservação Ambiental, com 81 trabalhos inscritos, e Energia, com 79, do total de 346 inscritos, predominaram, como vem ocorrendo desde a 1ª edição do Prêmio.  Ao todo, cerca de 200 instituições de 24 estados já participaram das cinco edições, que tiveram 122 trabalhos premiados. 
 
Os vencedores recebem bolsa de estudo e prêmio em dinheiro. Para a categoria graduação o valor é de R$10 mil; R$15 mil para mestrado e R$20 mil para doutorado. Os respectivos orientadores dos trabalhos premiados recebem a mesma quantia de seus alunos em forma de taxa de bancada, ou seja, valor a ser investido em seu laboratório ou departamento da instituição em que trabalha. A iniciativa conta com a parceria do CNPq, responsável pela concessão das bolsas de estudos aos vencedores. 
 
A continuidade e o sucesso dessa premiação reforçam o relacionamento da Petrobras com universidades e institutos de pesquisas de norte a sul do país, com os quais mantém mais de mil convênios. A seleção dos melhores trabalhos inscritos no 5º Prêmio Petrobras de Tecnologia coube a uma comissão, formada por 11 representantes da Petrobras, CNPq e academia, que analisou os trabalhos vencedores dentro dos nove temas tecnológicos propostos: Tecnologia de Energia; Tecnologia de Exploração; Tecnologia de Gás; Tecnologia de Logística e de Transporte de Petróleo, Gás e Derivados; Tecnologia de Perfuração e de Produção; Tecnologia de Preservação Ambiental; Tecnologia de Produtos; Tecnologia de Refino e Petroquímica e Tecnologia de Segurança e Desempenho Operacional.
 
Homenagem
Ao chegar a sua quinta edição, o Prêmio Petrobras de Tecnologia passa a se chamar Engenheiro Antônio Seabra Moggi – que foi o primeiro superintendente do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras. Químico Industrial pela Universidade do Brasil (atual UFRJ) e engenheiro químico pela Valderbilt University, no Tennesse (EUA), trabalhou no Conselho Nacional de Petróleo (CNP) e na Petrobras, onde participou da fundação do Centro de Aperfeiçoamento e Pesquisa de Petróleo (Cenap), ponto de partida das atividades de Pesquisa & Desenvolvimento na Companhia. Também participou da criação do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP).

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