Comunique-se realiza censo do jornalismo no mercado nacional

28 de Fevereiro de 2018

Reconhecida no mercado pelas soluções em comunicação e marketing de influência, o Comunique-se planeja a produção completa do Censo dos Jornalistas Brasileiros, panorama da divisão dos empregos pelas redações dispersadas no país. Com previsão para março, o estudo mapeia a segmentação de trabalho por meio de comunicação e unidade federativa e indica dados como diferenças de gênero e relação entre profissionais com contrato e freelancers.

Segundo levantamento anterior, realizado ano passado, o trabalho autônomo corresponde a 38,5% dos 70 mil jornalistas da base de dados. Em relação a questão de gêneros, ela ainda surte efeito discreto na categoria. Dos 43 mil profissionais empregados em veículos de mídia, as mulheres representam somente 36,8% do mercado de trabalho nas redações. Enquanto os freelancers somam 52,4% do total de 27 mil.

Quando dividida por tipo de mídias, as rádios lideram a lista de profissionais que atuam contratados por CLT (32,8%), acompanhadas por jornais (19,4%), Televisão (18,1%), sites (16,2%), revistas (8,5%), blogs (3%), agências de notícias (1,5%) e jornais de bairro (0,5%).

Enquanto o estado de São Paulo compõe 30,2% dos postos de trabalho, a somatória de toda a região Norte representa apenas 4,8%. A divisão fica no seguinte formato: Sudeste (52%), Sul (19%), Nordeste (15,4%) e Centro-Oeste (9,1%). Segundo Anderson Scardoelli, editor de conteúdo do Comunique-se, "Buscamos um estudo completo e aprofundado sobre esses profissionais de importância ímpar na sociedade".

Para o censo, os veículos de comunicação foram categorizados em oito níveis: rádio, jornal, televisão, internet, revista, blog, agência de notícia e jornal de bairro (apenas na cidade de São Paulo). Os números por completo e as análises sobre o mercado da imprensa serão divulgados na íntegra no Portal Comunique-se mês que vem.