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Alunos do curso de Publicidade da Unisul lançam documentário sobre violência transexual
07 de Junho de 2017

Alunos do curso de Publicidade da Unisul lançam documentário sobre violência transexual

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Quase cinquenta anos depois do episódio trágico que deu origem ao Mês Internacional do Orgulho LGBT+, os alunos do curso de Publicidade e Propaganda do Campus Tubarão laçaram o documentário TRANSformar. O trabalho está disponível no Facebook e integra as ações do projeto ‘A Comunicação é Social’.

Em junho se comemora o orgulho LGBT+ em alusão ao episódio trágico de agressão ocorrido no dia 28 de junho de 1969, no bar Stonewall Inn, em Nova York. Os alunos da primeira fase do curso de Publicidade e Propaganda discutiram as questões de gênero e decidiram criar uma campanha sobre os desafios dos transexuais.

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Em Santa Catarina não existe nenhuma delegacia especializada em crimes como a Transfobia. As denúncias podem ser feitas pelo 190 (número da Polícia Militar) e pelo Disque 100 (Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos).

Projeto ‘A comunicação é Social’

O documentário faz parte do projeto  ‘A comunicação é Social’, proposta dos cursos de Jornalismo e Publicidade, em que cada turma desenvolve atividades de extensão fora da sala de aula e o resultado é compartilhado em uma apresentação. Neste ano foram distribuídos temas para cada turma para que os alunos planejassem as ações. Entre os eixos estão questões étnicas raciais, educação ambiental, direitos humanos e preconceito. “Eu lancei o tema preconceito para os alunos e eles escolheram fazer sobre a violência contra os transexuais. Foi daí que surgiu, nas conversas, a melhor maneira de como mostrar o problema para a comunidade”, destaca o orientador do projeto, professor Mauro Fucilini.

Para tratar da problemática, os alunos da Unisul produziram o documentário e realizaram um pré-lançamento no Spot Pub, no dia 1º de junho. “A violência dos olhares. A violência da intolerância da sociedade é o que mais mata nós travestis e transexuais. Os olhares condenam muito mais do que o ato de levar um tapa”, relata a transexual Gabriela da Silva.

Confira:

 

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