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Agência Pública de Jornalismo Investigativo lança série sobre repressão em Angola
18 de Novembro de 2015

Agência Pública de Jornalismo Investigativo lança série sobre repressão em Angola

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A Agência Pública de Jornalismo Investigativo está dedicando esta semana à publicação de uma série de reportagens especiais sobre Angola. Entre as reportagens, está um “thriller jornalístico”, série em vídeo com três capítulos. Os três episódios de É proibido falar em Angola serão exibidos hoje, as 20h e sexta-feira, no site e no Facebook da Pública.

Em agosto deste ano, a repórter e co-diretora da Pública Natalia Viana e a documentarista Eliza Capai estiveram Angola para investigar a presença de empresas brasileiras no país. Chegando lá, tomaram conhecimento da história dos 17 jovens ativistas, com idades entre 18 e 33 anos, acusados pelo governo angolano de tramar um golpe de estado. Eles estão sendo julgados esta semana. Como narra Eliza Capai no minidocumentário sobre o assunto lançado pela Pública em outubro, “o tema gritou sua importância e fez a nossa câmera virar para outro lado”.

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Em junho deste ano, 14 dos 17 ativistas foram presos enquanto participavam de um grupo de estudos aberto, onde discutiam o livro Da ditadura à democracia, do pacifista americano Gene Sharp. Um deles foi preso do dia seguinte e duas jovens foram adicionadas como rés e respondem ao processo em liberdade.

Enquanto estiveram em Luanda, as repórteres conversaram com ativistas e com familiares dos jovens presos. Durante o processo, sentiram na pele e registraram em vídeo a perseguição do governo angolano, retratada no “thriller jornalístico” É proibido falar em Angola. 

Abaixo veja a introdução da produção.

Vamos falar sobre Angola

|| ESPECIAL ANGOLA ||[+] ATUALIZAÇÃO: Entrevista com Laurinda, uma das ativistas: apublica.org/2015/11/meu-olhar-para-esses-senhores-nao-e-como-antigamente-nao-tinha-provado-de-tanta-maldade/Relato da repressão em Angola por duas repórteres brasileiras: apublica.org/2015/11/medo-e-controle-em-angola-2/Em entrevista à Pública, o mais renomado jornalista investigativo angolano diz que “o governo sabe que esses jovens não são uma ameaça”http://apublica.org/2015/11/rafael-marques-julgamento-dos-ativistas-visa-desviar-atencao-de-massacre/16 de novembro começou o julgamento dos 17 ativistas angolanos acusados de planejar uma rebelião contra o presidente. A Pública esteve em Luanda e traz uma série especial sobre o país. Veja o vídeo que antecipa alguma das questões das matérias do especial:

Posted by Agência Pública on Domingo, 15 de novembro de 2015

 

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