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Coluna Ozinil Martins | A pobreza como vetor de crescimento da esquerda na América Latina!
13 de Outubro de 2022

Coluna Ozinil Martins | A pobreza como vetor de crescimento da esquerda na América Latina!

Por Prof. Ozinil Martins de Souza 13 de Outubro de 2022 | Atualizado 13 de Outubro de 2022

Não há nada melhor para a esquerda do que o crescimento sem controle da população mundial. Desde o “crescei e multiplicai-vos” a população mundial cresce a níveis assustadores. O que antes precisava de quase um século, agora ocorre a cada 10 anos. Sim, a população mundial cresce 1 bilhão de pessoas a cada 10 anos. E, com o crescimento desta população a pobreza e a ignorância crescem exponencialmente. A ignorância por falta de educação de qualidade e a pobreza por não ofertar empregos equivalentes ao nível educacional destas pessoas. Interessante que não vejo nenhum “líder” mundial levantar a discussão sobre o tema.

Há uma analogia feita pelo cientista James Lovelock – autor do conceito de Gaia (A terra viva) – em que compara a tripulação de um submarino com a população da terra. Se em um submarino a população é limitada aos recursos que a embarcação oferece, por que na terra este limite não existe? A terra também é uma embarcação com recursos finitos. Interessante!

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A América latina, com raras exceções sempre foi administrada por governos populistas ou governos de exceção e, sempre foi vista pelo resto do mundo, como fornecedora de insumos para os países desenvolvidos da Europa e outras partes do mundo. A prioridade destes governos sempre foi manter-se no poder e, jamais o povo e suas necessidades. Países no continente chegaram a ter mais de um golpe de estado por ano. Não atoa a população era vista como massa de manobra e as reformas que viriam a beneficiá-las foram sempre postergadas. Enquanto isto, eram mantidos os currais eleitorais com auxílios emergenciais mas, de concreto nada se fazia.

O surgimento do paizão que resolverá o problema é típico de povos carentes em educação e que acreditam ser esta a solução para seus problemas. São pessoas que se acham parte do problema, mas não da solução. Esperam e esperam as migalhas que lhes caem da mesa dos comensais poderosos. Este é o caminho que os oportunistas esperam para vender sua ideologia – hoje – chamada de progressismo. Tudo velho em nova embalagem!

Faz parte deste cardápio a desmoralização das universidades. As imagens que nos chegam, via mídias sociais, são terríveis; desde o professor nu em pleno pátio da universidade, às salas totalmente cobertas de pichações contra qualquer coisa que implique em disciplina, até as ameaças feitas à estudante de história no Rio de Janeiro por defender posição política diferente da maioria dos estudantes de sua turma. As ameaças são pesadas, mas a estudante resiste. As universidades, principalmente as ligadas ao financiamento do estado, deixaram de serem centros de aprendizado e pesquisa para se transformarem em centros de doutrinação.

Outro ponto que deve ser citado é o engajamento de boa parte da imprensa nas pautas da esquerda. Esquecendo-se dos princípios ensinados em salas de aula as notícias são veiculadas sem nenhum profissionalismo e, tendenciosamente, ao engodo, à mentira. Distorcidas, as notícias chegam ao público consumidor como se fossem as maiores verdades. A imprensa, em todo o mundo, passa pelo descrédito, por omissão ou interesse de seus comunicadores.

O que falar da arte? O que antes era a expressão de pessoas iluminadas e com talento, hoje passou a ser a expressão do absurdo a que chamam arte moderna. De vasos sanitários a escatologia pura vive a arte atual.

Pior são os ataques feitos aos valores que norteiam a família. Desde a ideologia de gênero ao incentivo que se faz à desconstrução da família tradicional. O não respeito aos valores que trouxeram a humanidade onde ela se encontra faz parte de uma sociedade que pretende se estabelecer sobre o nada, onde o povo continuará a ser massa de manobra e um mal a ser admitido para atender as necessidades de uma pretensa nova ordem.

 

Foto do topo do Pexels.

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