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Coluna Entretenimento | Entrevista Joana Castanheira
08 de Novembro de 2022

Coluna Entretenimento | Entrevista Joana Castanheira

A cantora catarinense fala sobre seu mais novo álbum "PeRdÃo, AmOr (eU eRrEi)". Os clipes com uma pegada anos 2000 estarão disponíveis a partir do dia 13, já as músicas a partir de quinta-feira, dia 10/11

Por Entretenimento 08 de Novembro de 2022 | Atualizado 08 de Novembro de 2022

Participante da quinta edição do The Voice Brasil, a cantora catarinense Joana Castanheira já gravou músicas com artistas como Tiê, Pedro Altério, Ana Gabriela, Day e Dani Black. Em seu portfólio estão o álbum “Para” (2019), o EP “Aparador De Saudades Que Ainda Não Existiram Ou Porta-Retratos” (2020) e o álbum “Aparador Ao Vivo” (2021).

 

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Nesta quinta-feira (10), ela lança o álbum “PeRdÃo, AmOr (eU eRrEi)” (2022), mais uma conquista em sua carreira. Neste trabalho, a artista utiliza a estética visual e sonora dos anos 2000. Os clipes com essa “pegada” estarão disponíveis a partir do dia 13.

 

A releitura da música “Deixa Acontecer”, do Grupo Revelação, é a mais recente do álbum, ao lado de outras como “Insegurança”, do Grupo Pixote e versões de “Sinais”, “Paciência”, “Ligando os Fatos”, “Teu Segredo”, “Nosso Filme” e “Até Que Durou”.

 

Joana começou na carreira musical aos sete anos de idade e ao longo dos mais de 17 anos de estrada, totalmente independente, diversos momentos foram marcantes em sua trajetória. Em 2004, começou a estudar música e teatro, fez técnica vocal com Débora Machado e Fernando Zimmermann. Além de cursos especializados em teatro musical em Florianópolis com Rodrigo Marques e no Rio de Janeiro na escola CEFTEM.

Em 2014, criou um canal no Youtube para compartilhar versões de músicas que fizeram sucesso nacional e internacionalmente. Atualmente são mais de 200 mil inscritos. Joana não para e já tem projetos para depois do lançamento do álbum!

A artista conversou com a coluna e falou sobre seu processo de criação e novidades. Leia e divirta-se!

 

Estética visual dos anos 2000 do álbum “PeRdÃo, AmOr (eU eRrEi)” | Crédito: Casa Frisson

 

Joana, pagode, para você, é uma fase ou sempre gostou?
Sempre gostei de ouvir vários tipos de música, entre elas o pagode! Na minha adolescência, o gênero estava super em alta, então ouvi bastante. E, agora que voltou, e está mais em alta de novo, estou ouvindo pagode como nunca. (risos)

 

E porque pagode? É uma inspiração para as suas músicas?
Então, eu na verdade, fiz esse disco como uma releitura do gênero, mas as minhas referências não vem exatamente do Pagode. Eu resolvi gravar porque eu gosto muito das músicas e acho também que esse boom de mulheres cantando pagode dá ainda mais vontade de gravar o gênero. A Ludmila, por exemplo, está fazendo vários trabalhos cantando pagode e mandando super bem! Está bem lindo o trabalho dela.

 

Como foi unir pagode ao R&B? E por que o uso da estética dos anos 2000 nos clipes?
Eu acho que o pagode e o R&B têm uma proximidade muito grande musicalmente falando, então para mim foi muito fácil juntar as duas coisas. Sempre gostei muito do R&B anos 2000, também ouvi muito durante minha adolescência e acho que tem tudo a ver com pagode. Aí, quando fui pensar nos clipes, tive certeza de que seria com a estética visual dos anos 2000, por conta da estética sonora. As coisas vieram meio juntas.

 

Como foi o processo de criação desse novo álbum?
Foi muito tranquilo e divertido! Quem produziu foi Felipe Pessoa, mas foi um processo que a gente acabou fazendo juntos. A gente se conhece há muitos anos, ele é um dos meus melhores amigos, e foi tudo muito bacana, porque a gente tirava umas tardes para dedicar ao projeto, eu ia lá para casa do Felipe e a gente ficava produzindo as músicas que gostamos, do nosso jeito e não teve erro, assim, sabe? Foi muito tranquilo de fazer, um processo muito gostoso e que a gente se divertiu muito.

 

Quais os próximos passos em relação a esse álbum? Você vai sair em turnê, fazer shows? Alguma novidade que você já pode adiantar pra gente?
A princípio a ideia não é rodar com essa produção. É fazer um álbum de estúdio mesmo para celebrar e cantar essas músicas que eu gosto, mas a ideia não é fazer turnê. A novidade que eu já posso adiantar é que eu estou gravando disco novo, que muito provavelmente vai sair no ano que vem e que está ficando MA-RA-VI-LHO-SO! É todo com músicas inéditas, autorais, composições minhas e de amigos/parceiros. Aguardem e fiquem ligados nas minhas redes sociais que vou contar mais detalhes por lá!!

 

Crédito da foto em destaque: Casa Frisson

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