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Coluna Ana Lavratti: Na gestão do tempo, lembre que ele é pior que o vento… nunca vai voltar
18 de Novembro de 2019

Coluna Ana Lavratti: Na gestão do tempo, lembre que ele é pior que o vento… nunca vai voltar

Por Ana Lavratti 18 de Novembro de 2019 | Atualizado 18 de Novembro de 2019

 

Lá se foi mais um ano. Lá se foram “n” planos!

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Quanto tempo rebaixado, apartado pro passado.

Mas persiste a sensação: queria ter dado conta…

mais histórias pra contar, amigos com quem contar, amores além da conta.

Nas redes sociais, tem tudo isso até demais.

O problema é a prática. Meus amigos reais.

Estão ali, mas não os vi. Prisioneira de mim mesma.

No cativeiro da carreira onde aprendo e empreendo.

Onde ganhar me custa caro. Porque ganhar custa perder!

Perder o sol nascendo… depois o seu aceno. E lá se foi mais um dia.

Perder o cheiro de filha, a mesa cheia no almoço em família.

Perder conversa à toa. Ficar de boa na rede…

Só não me leve a mal. Não falo de rede social!

O que almejo é outro ritmo, imune a algoritmo.

Perder a conexão e não chorar por ficar off.

Perder a noção do tempo, repetindo a mesma estrofe.

Cantar, comer, rezar. Amar sem fotografar.

Sufocada de euforia, nem sequer lembrei da selfie.

Mas o sorriso estava lá. Escorrendo pra se exibir,

me convencendo que venceu, ciente que é elixir.

Por mais que os robôs tentem, que tenham lábios e dentes,

SÓ humano tem RISO, a expressão do sorriso

que exala quando o sonho norteia o meu compromisso.

Quando eu prometo mais que um serviço. Entrego a minha essência.

Quando prática e discurso se alinham com coerência.

Quando a urgência se curva àquilo que tem relevância.

 

 

Por isso… pra sorrir muito mais em 2020, a hora é agora. Hora de avaliar o que deu certo, o que poderia ter sido melhor ou diferente. Se me apeguei às virtudes que o mundo aplaude ou aos valores que me comovem. Se o consumismo me dopa. O casuísmo me guia. Ou me associo ao essencialismo… o essencial que faz sentido pra mim.

Priorizar a aliança que mantenho comigo mesma requer rever contratos.

Distinguir o urgente do importante. Se for os dois, não posso adiar.

Se for importante e não urgente, melhor planejar pra contemplar.

Se for urgente, mas não importante, quem sabe eu posso delegar?

 

Já falei disso lá em janeiro, na Matriz de Cuvey, no quanto é preciso revisar até a forma de pensar: a vida só muda se a gente mudar.

 

E sabe o tempo, navegando na timeline??

Que verte e vaza enquanto deixo pra depois o que é urgente e importante, urgente ou importante,

este é pior que o vento. Nunca vai voltar.

 

Na Galeria de fotos, de um feriadão conciliando trabalho e família, como Jornalista na maior convenção de Slimes de Santa Catarina, a satisfação que eu sinto por investir meu tempo no que desejo ter pra sempre: um sorriso espontâneo, alinhado e bem cuidado, pelas mãos do ortodontista Guilherme Thiesen.

 

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