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Diário Catarinense conta a história da hanseníase em Santa Catarina
22 de Janeiro de 2016

Diário Catarinense conta a história da hanseníase em Santa Catarina

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A partir deste fim de semana, 23 e 24, a reportagem “Segregados” mostra a luta de portadores da hanseníase contra o isolamento e o preconceito.

A reportagem especial multimídia Segregados – Uma história de exclusão, resistência e amor em SC, produzida pela colunista do DC Viviane Bevilacqua e pela repórter Mônica Foltran, reúne informações sobre o processo de isolamento de portadores de hanseníase, também conhecida como “lepra”, no Hospital-Colônia Santa Teresa, localizado em São Pedro de Alcântara, entre os anos de 1940 e 1970. Além de amplo espaço no impresso, o conteúdo inclui galerias de fotos e vídeos na versão digital.

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Em duas partes, que serão publicadas nas edições de fim de semana (23 e 24) e segunda-feira (25), a equipe de reportagem investigou a história da colônia catarinense onde viviam isolados os portadores de hanseníase, em decorrência da política higienista do presidente Getúlio Vargas.

A comunidade funcionava como uma pequena cidade, com prefeitura, delegacia, teatro, cinema, comércio e até moeda própria. Lá, uniram-se casais como Benício Pereira e Sita Eger, cuja história é apresentada no Diário Catarinense como um retrato da luta contra o isolamento e o estigma que a doença carrega até os dias de hoje. Na segunda parte da reportagem, o jornal aborda a situação dos filhos que foram separados dos pais por conta da hanseníase, estimados em 20 mil crianças em Santa Catarina.

Segregados conta ainda com edição de Cris Vieira, fotografia de Felipe Carneiro e design de Ronald Baptista da Silva Filho.

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