Na última sexta-feira, dia 24/04, Jonas Brandão esteve no Cafundó para o evento mensal Cafundó Convida, quando convidados vêm a Florianópolis para compartilhar suas experiências, contar como conquistaram o que têm hoje e dar dicas especiais a todos interessados na área.
Jonas Brandão, apaixonado por séries animadas
Jonas é paulista e trabalha com animação desde 2006, ano em que concluiu o curso de Imagem e Som da UFSCar, onde teve sua primeira experiência com animação em seu trabalho de conclusão de curso Um Lugar Comum.
Em 2007, passou pela National Film Board of Canada, onde produziu o curta Balloons. De volta ao Brasil, trabalhou como animador freelancer em diversos curtas, clipes e produções publicitárias. Em 2010, funda com sócios o Split Studio, um estúdio hoje com escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro focado na criação e produção de conteúdo animado, responsável pela produção da terceira temporada do “Sítio do Pica Pau Amarelo” e da série Os Under Undergrounds. Jonas hoje é gerente de projetos da casa, e atualmente dirige sua primeira série, o projeto “Wee & Boom” para a Boomerang Latin America.
De encontro com as séries
Em sua palestra “De encontro com as séries”, Jonas argumentou que este é o melhor momento das séries animadas no Brasil. Assim, mostrou para o time do Cafundó e convidados como exatamente este cenário tem se desenvolvido, quais são as dificuldades que o Brasil ainda está enfrentando para se tornar reconhecido como pólo produtor de séries 100% nacionais de qualidade e quanto chão nós ainda temos para trilhar neste sentido.
“Numa discussão livre pudemos entender o momento em que estamos e prospectar o que está por vir, colocando em conhecimento de todos vários aspectos da lei 12.485, sobre formação e capacitação de mão de obra, mecanismos de financiamento”, disse Leonardo Minozzo, sódio do Cafundó. “Esta lei garante a presença de conteúdo nacional e independente nos canais de TV por assinatura, produzindo demanda para produtores brasileiros além de desenvolver este mercado e como consequência incentivar profissionais a cada vez se qualificarem mais”, concluiu Minozzo.