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A jornalista Adriana Laffin, sócia diretora da Apoio Comunicação, de Florianópolis, publicou nesta sexta-feira, 29 de agosto, em sua conta na plataforma, uma manifestação de contrariedade motivada pela “maneira invasiva e descuidada” com a enxurrada de mensagens desconectadas dos perfis. O que sempre foi considerada “plataforma da elite”, parece que está com a porteira aberta, pelo relato da jornalista. Confira o que ela publicou e diga a sua opinião
“Termino a semana trazendo um tema que pode soar polêmico, mas que vem me incomodando há algum tempo.
As mensagens do direct do LinkedIn estão piores que as ligações de 0303!
Fazendo curadoria de conteúdo essa rede aqui – e também aqui no meu perfil, diariamente me deparo com abordagens que não agregam em nada:
– de venda de remédio a propostas mirabolantes;
– pedidos de emprego e desabafos desaforados contra processos seletivos;
– ofertas de produtos e serviços sem nenhuma conexão com o segmento;
– insistência de agendamento de reuniões sem saber se existe interesse e por aí vai..
O resultado? Uma rede que deveria ser de conexão, troca de conhecimento e construção de reputação, acaba gerando ruído, desinformação e afastamento.
Precisamos falar sobre isso, urgentemente!
O LinkedIn não pode ser apenas vitrine de marketing. É preciso coerência, empatia e histórias que façam sentido.
A conexão real se constrói com autenticidade, não com spam travestido de networking.
E aí, só eu que tenho sentido esse incômodo ou mais alguém tem vivido essa enxurrada de mensagens irrelevantes por aqui?”

