Todo ano tem Cannes e sempre vem à tona a mesma discussão. Vale a pena passar alguns meses criando fantasmas para encher a prateleira e o currículo de leões? Muitos são contra, mas a prática continua. Esse ano quem levantou a bandeira contra a produção de fantasmas para prêmios foi Fernando Campos, da Santa Clara. Fernando chama o Brasil de “A Amy Winehouse de Cannes” no CCSP, colocando a disputa por leões em quantidade um vício de nossas agências. O artigos de Fernando sobre o assunto estimulou o editorial de Regina Augusto no Meio & Mensagem que também condena abertamente essa “megalomania insana que não leva a nada”.