
Esse modelo que premia a quantidade em vez da qualidade, os resultados rápidos em vez do crescimento sustentável, o lucro máximo a qualquer custo; ele me incomoda muito.
A ECONOMIA PRECISA MUDAR
Felizmente parece que não estou sozinha. Uma mulherada empreendedora do bem escreveu um artigo ótimo em 2017 (leia aqui) falando sobre como enfrentar essa cultura tóxica das startups que sonham ser um unicórnio.
Só fiquei sabendo porque assino a sensacional newsletter do Rodrigo Turra, The Nexialist (recomendo demais!).
As moças criaram o Zebra Unite, um movimento para criar a cultura, o capital e a comunidade para a próxima economia.
MAS POR QUE ZEBRA?
Elas escolheram a zebra, primeiramente porque ela existe; é real.
As empresas zebra são pretas e brancas, ou seja, são lucrativas E melhoram a sociedade. Não há um sacrifício de uma pela outra.
As zebras andam em grupos, protegem-se e se preservam mutuamente.
Olha só as diferenças entre os dois tipos de empresa nos próximos quadros.
O PORQUÊ
O COMO
QUEM
O QUÊ
É NÓIS!
Não sei vocês, mas de minha parte fiquei mais aliviada sabendo que tem gente que sofre do mesmo incômodo e busca uma solução realista e acessível, sem romantismos e sonhos utópicos.
As autoras afirmam que há muitas dificuldades, principalmente porque a maioria dos empreendedores zebra são mulheres, negros e grupos subrepresentados nos sistemas convencionais de startups.
Você pode saber mais acessando a plataforma, e já adianto que tem representação em São Paulo, olha que bacana!
E você, o que achou da iniciativa das Zebras Unidas?
Será que vai dar para consertar o estrago criado pela mentalidade do unicórnio?




