Meus últimos quatro anos têm sido marcado por guindas e ventos fortes.
Em 2003, depois de diversos empregos prestações de serviços como programador, resolvi empreender a OmniFocus Tecnologia e com ela fui feliz criando sistemas para diversos clientes até que em 2010 criei a WeJoy, um incrível sistema de gestão de mercado que incluia CRM, automação de marketing, gestão de projetos comerciais e inbound. Isso tudo em uma época que essas metodologias (exceto CRM) ainda nem haviam sido sistematizadas.
O que aconteceu em 2019? Você pode entender em profundidade em www.theovive.com, mas vou resumir caso você não pretenda ler o blog inteiro, apesar de valer a pena.

Entrei então em luto. Um luto doído demais. Um luto ainda vivo e lutando para não morrer. Um luto na barriga, pulsando.
Nesse período, meus sócios assumiram a sala de comando com maestria.
Pude então lidar com depressão e euforias difíceis de controlar. Encontrei conforto e escape em uma atividade que eu nunca levara à sério o suficiente, a arte.


Agora, com novas tecnologias de desenvolvimento de games no mercado, eu havia descoberto que seria possível rodar um game completo em um navegador comum da internet, usando a tecnologia 3D já embutida neles, a WebGL.
Contratei um desenvolvedor e fiz minha galeria virtual em 3D (disponível em https://art2.life/digitalismo)
Neste meio tempo, a situação de meu filho já havia se complicado e passei a morar em São Paulo, para fazermos hemodiálise todos os dias, e um transplante renal, que agora já sedimentou o sucesso do tratamento e da vida do Theo.
HOJE
Iniciamos 2022 com uma empresa focada em ambientes virtuais 3D utilitários para atendimento e vendas e descobrimos que isso se assemelhava suficientemente com o conceito de metaverso.
Hastear as velas! Aí vamos novamente aproveitar uma ventania das boas.



