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Fapesc lança Programa Centelha 2
10 de Novembro de 2021

Fapesc lança Programa Centelha 2

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Foi lançado em Santa Catarina esta semana o prgrama Centelha 2. A cerimônia online, organizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), contou com a presença do ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes. Nesta edição, serão investidos R$ 3 milhões para contemplar 50 empresas com até R$ 60 mil cada e mais uma bolsa de R$ 32,4 mil. As inscrições vão até 10 de janeiro aqui

O programa é realizado pelo MCTI e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI. É executado em Santa Catarina pela Fapesc.

O Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

Para o ministro Marcos Pontes, tanto os resultados tanto do Centelha 1 quanto do 2 já são muito animadores, especialmente pela parceria com os estados. “Isso não é feito sozinho, como temos visto. É sempre bom a gente enfatizar o poder da união, o poder do trabalho em equipe, de várias entidades trabalhando juntas para o país”, explica. “Eu vejo um programa como esse, o Centelha, ideal para tirar essas ideias da cabeça, do papel, da gazeta, da garagem, do laboratório e transformar em mais conhecimento, mais riquezas para o país, mais qualidade de vida para as pessoas”, complementa. 

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, já se antecipou e sugeriu um processo de internacionalização para a próxima edição do programa a partir de uma experiência que teve recentemente no Web Summit, quando acompanhou a delegação catarinense para a Europa. Neste grupo, das pouco mais de 20 startups, seis delas já haviam sido apoiadas com recursos da fundação e duas estavam abrindo filiais em Portugal.  “Assim como essas ações que temos feito têm gerado frutos aqui no Estado, também têm resultados nacionais e até internacionais. Fica o desafio para todos nós, quem sabe a gente pense para as próximas edições do Centelha algum aspecto de internacionalização. Podemos selecionar os melhores cases, daqueles que passarão pelo programa, para ter experiência internacional, para buscar novas fronteiras”, destacou. 

 

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