Café brasileiro, precisão suíça
14 de Outubro de 2014

Café brasileiro, precisão suíça

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A cultura que se confunde com a história do Brasil, em busca da excelência

Colhendo bourbon amarelo, uma aventura inusitada.  Foto: Diogo Gusmão. Colhendo bourbon amarelo, uma aventura inusitada.
Foto: Diogo Gusmão.

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Recentemente visitei Carmo de Minas/MG, região produtora de grãos especiais. Avistando a Serra da Mantiqueira, senti como se estivesse mergulhada nos livros de história do Brasil do século XVIII, com uma grande diferença: nos dias atuais, a implantação de uma nova cultura voltada à qualidade, sustentabilidade e rentabilidade está sendo responsável por um produto sem igual, de reconhecimento mundial. Da colheita, muitas vezes manual, até as nossas xícaras, o cuidado intenso e a mais alta tecnologia permitem um espresso perfeito: cremoso, saboroso e perfumado e com terroir brasileiro.

Carmo de Minas, Minas Gerais.  Foto Luciane Daux Carmo de Minas, Minas Gerais. Foto: Luciane Daux

Grãos de café bourbon vermelho, o mais comum naquela região. Foto: Luciane Daux. Grãos de café bourbon vermelho, o mais comum naquela região. Os cafés do terroir de Carmo de Minas buscam a Denominação de Origem “Mantiqueira de Minas”.
Foto: Luciane Daux.

Há cinco horas de viagem de carro, a partir de São Paulo, onde iniciou o tour Nespresso Origins, indo em direção ao sul de Minas Gerais, fica Carmo de Minas, a 1027 metros acima do nível do mar. São apenas 15 mil pacatos habitantes, divididos entre o pequeno centro urbano e os campos, incrustados na micro-região da majestosa Serra da Mantiqueira, aonde crescem os cafezais plantados por 7.000 produtores, e de onde saem para o mundo, anualmente, 1 milhão de sacas de café. Café esse que, depois de seco, segue para diversas partes do Brasil e mundo, em especial para a Suíça, para torragem, moagem e encapsulamento.

Quatro gerações na Fazenda do Sertão: Luiz Paulo Dias Pereira Filho (E) é trader,  “seu” Luiz Paulo e “seu” Chico seguiram os passos do pai e da mãe, a matriarca Dona Virginia. Foto: Luciane Daux, Quatro gerações na Fazenda do Sertão: Luiz Paulo Dias Pereira Filho (E) é trader, “seu” Luiz Paulo e “seu” Chico seguiram os passos do pai e da mãe, a matriarca Dona Virginia.
Foto: Luciane Daux,

Nas duas fazendas visitadas, a prova de que o mineiro recebe bem: da marmita e mesa de doces e queijos em meio à plantação do Sítio da Torre, até os bolos, sequilhos e pães da Fazenda do Sertão, a xícara de espresso sempre acompanhando a prosa.

Uma surpresa, totalmente inusitada. No terreiro da Fazenda Sertão, onde secavam os grão de café Bourbon, um balão de ar quente esperava para um voo panorâmico. Vi, lá de cima, os cafezais carregados de grãos amarelos e vermelhos, mas pude enxergar muito além: a excelência do espresso na xícara nasce no cuidado desde o campo, na escolha dos grãos, nas boas condições de trabalho e zelo ao meio ambiente.

Foto Luciane Daux Foto: Luciane Daux

Foto Luciane Daux Foto: Luciane Daux

Café brasileiro, precisão suíça

A Nespresso, empresa do grupo suíço Nestlé, tem o Brasil como o seu maior país fornecedor de grãos de café, processados aqui somente até a secagem. A torragem, moagem e encapsulamento acontecem na matriz, na Suíça, de onde vêm os 22 Grands Crus e blends especiais que, junto com as modernas máquinas de espresso domésticas e profissionais, abastecem os sócios do Nespresso Club, formado pelos amantes do que há de melhor em café. Em São Paulo há ainda o NEC – Nespresso Expertise Center, um paraíso onde, durante uma exclusiva visita guiada, pude-se provar vários Gran Crus, produzidos com paixão e tecnologia, aberto a visitantes. (Rua Padre João Manoel, 1164, no Jardim Paulista.

Cuidado com o café do campo à xícara

São três os pilares do Programa Nespresso AAA: aqualidade, a sustentabilidade e a produtividade. A qualidade é observada de perto, já no campo, através de assistência técnica por agrônomos, manuais de boas práticas e premiações em dinheiro aos produtores, permitindo um constante investimento no negócio, com consequente aumento da rentabilidade. A sustentabilidade abrange desde a redução da pegada de carbono ao cuidado minucioso com os ecosistemas naturais (micro-sistemas) e a reciclagem das cápsulas, passando por rigorosas regras em relação a boas condições de trabalho que os produtores devem propiciar aos seus trabalhadores, entre outras exigências de cunho social.

130614 gengibre vienense foto divulgação Divulgação.

Gengibre vienense

25 ml de café espresso*
100 g de chantilly pronto, já batido
10 ml de calda de gengibre
1 colher de chá de mel
Nozes moídas
1. Coloque uma colher de chá xarope de gengibre em uma xícara.
2. Prepare um espresso Ristretto (25 ml, curto) e acrescente o creme chantilly por cima.
3. Decoração: decore com um pouco de mel e algumas nozes moídas.
4. *Sugestão de café: Grand Cru Dharkan
5. Fonte: www.nespresso.com.br
Delícia de café asteca

Divulgação. Divulgação.

40ml de café espresso*
1 colher de sopa de leite condensado
1 colher de chá de cacau amargo em pó
100 ml de leite desnatado
¼ de colher de chá de canela em pó
2 colheres de chá de calda de caramelo
2 colheres de chá de creme de leite fresco à temperatura ambiente
1 pauzinho de canela
1. Coloque o leite condensado em uma xícara tipo Cappuccino. Acrescente cacau, canela e 1 colher de sopa de leite à temperatura ambiente. Misture com um batedor longo e fino até obter uma mistura homogênea.
2. Por cima dessa mistura, prepare um Espresso. Cubra com o creme e um toque de caramelo e decore com o pauzinho de canela e deguste imediatamente.
3. *Sugestão de café: Grand Cru Roma.
4. Fonte: www.nespresso.com.br

 

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