
No Brasil, as instituições de ensino superior são credenciadas como Faculdades, Centros Universitários ou Universidades. Cada um dos três níveis pressupõe atribuições, compromissos e graus de autonomia diferentes. De imediato, a decisão vai permitir, com maior agilidade, a criação dos cursos de Engenharia, projetos prontos desde o fim de 2011.
“Há muito tempo o MEC não aprovava novos processos de Centro Universitários. Para nós, a decisão representa um atestado de qualidade”, comenta o agora reitor, professor doutor Rafael Villari. A decisão foi considerada uma conquista para todo o grupo Estácio. Agora, o Grupo Estácio passa a contar com uma universidade (no Rio de Janeiro), quatro centros universitários e 33 faculdades espalhados pelo Brasil.
Aos estudantes, a conquista equivale a um certificado de qualidade, já que todos os processos de ensino foram avaliados para receber o aval do MEC. A própria economia da região será beneficiada porque a livre criação de cursos permitirá à instituição atender mais rapidamente às demandas do mercado.
Uma série de critérios precisou ser cumprida para que a Estácio fosse considerada apta ao status de Centro Universitário, incluindo visitas de professores avaliadores credenciados pelo MEC. Em julho, o Conselho Nacional de Educação aprovou por unanimidade o parecer favorável dos avaliadores. O processo foi concluído agora, com a publicação no Diário Oficial da União de portaria do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, referendando a decisão.
