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SÉRIE “Os desafios e o legado da pandemia”, por Franciele Chiapetti CEO Tatticas Comunicação
09 de Dezembro de 2020

SÉRIE “Os desafios e o legado da pandemia”, por Franciele Chiapetti CEO Tatticas Comunicação

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O ano que não termina nunca obrigou publicitários e profissionais do marketing a perceberem com outros olhos os consumer insights, diante das necessidades das personas. Um novo tempo se instalou, no qual a casa da gente nunca foi tão disputada. Virou escritório remoto, jardim da infância, escola, pizzaria, cinema. Passamos a reexaminar as nossas vidas, nosso jeito de ser e agir diante do mundo, da família e do trabalho. 

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As viagens deram lugar a aventuras como as idas ao supermercado; dar uma volta de carro virou evento e nossa resposta ao tempo ganhou novo viés, cabeça fervilhando de ideias e as horas que antes eram gastas no trânsito, no café da padaria, na happy hour passaram a germinar processos criativos.

O jeito que a pandemia afetou empresas, negócios, serviços, clientes virtuais e humanos ainda está sendo contabilizado. Mudanças estruturais, de abordagem e enfrentamento foram necessárias, e continuam sendo o caminho para corrigir o curso quantas vezes for preciso.

A tecnologia está em todos os processos mais do nunca e a exigência é equivalente à urgência. As gambiarras digitais foram enterradas. Agora a conversa é outra. A comunicação exige aplicar estratégia com criatividade tecnológica. A montanha de dados captados por meio da disrupção do big data e da AI deve ser usada com planejamento, expertise e ousadia – o único trajeto para se chegar a resultados de valor diante do atual cenário. 

Nós estamos enfrentando a crise com espírito de reinvenção. O apelo velado dos clientes e a estruturação estratégica de suas campanhas partem do princípio da volatilidade do tempo – porque não há tempo. Por isso apuramos o foco, pesamos os custos variáveis e reavaliamos todos os cenários para fortalecer a capacidade de resposta de cada campanha. 

Isso porque não cabe cumprir tabela, nunca coube. Fazer por fazer, sem inteligência estratégica, é brincadeira de faz de conta. Quando a gente gera venda imediata nesse universo pandêmico, a entrega tem que ser imediata, assertiva e real. E se nessa entrega se alia a abordagem tecnológica com sentimento, humanização, responsabilidade e respeito pelas marcas e seus targets, é gol de placa!

Eu sei que nada disso é fácil, mas o nosso negócio é complexo. E essa é a melhor parte!

Franciele Chiapetti
CEO Tatticas Comunicação

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