SE UM FILHO É COMO O MAR,
COMO NÃO AMAR?
Seja quente, seja frio,
preenche todo o vazio.
Às vezes, confuso, repuxa pro fundo.
Às vezes, vibrante, arremete pro mundo.
Se fica nervoso, isso pede cautela.
Mas mesmo suave… sou sentinela.
Como a espuma que tudo permeia,
ali eu conheço o grão de cada areia.
Que bom que filho não é sonda,
que se liberta e some no espaço.
Filho é sempre como onda,
vai e volta no próprio compasso.
E assim eu me encontro a professar
este amor que me afoga sem roubar o ar:
CONTIGO DECIFRO MAIS QUE A MARÉ,
DESCUBRO QUE BOM QUE AMAR É.
Quando eu te olho és tão “infinito”,
que tudo se torna mais bonito.
Feito uma auréola que flutua
teu brilho é maior que a luz da lua.
Teu corpo é espelho para o sol,
tua mente é coral no meu atol.
Por mais que a vida te leve pra longe,
mesmo se um dia perderes a conta,
sempre terás em mim tua concha.
Nas fotos, a emoção de comemorar os 15 anos do meu mergulho na maternidade…
Sem festa, respeitando as restrições da pandemia, mas com dose extra de emoção e GRATIDÃO a quem tornou o nosso agosto inesquecível!
