
A medida foi motivada pelo índice de reclamação dos consumidores e interromperá as vendas até que as empresas apresentem um plano de investimento para resolver, nos próximos dois anos, os problemas na qualidade de serviços prestados aos consumidores. Um dos maiores problemas é a interrupção das chamadas no meio das ligações.
O plano que as empresas serão obrigadas a apresentar deve considerar: melhora na infraestrutura; no atendimento ao consumidor; completamento de chamada.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a proibição das vendas deveria ser “o último recurso” na tentativa de colocar uma companhia de volta nos trilhos.
As ações da TIM caíram 7,55% após a ameaça, há pouco mais de uma semana, de suspensão nas vendas.
As operadoras TIM, Oi e Claro ainda não se posicionaram.
Fonte: Folha de São Paulo.
