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Por que anunciantes estão trocando a X, de Musk, pelo LinkedIn
02 de Janeiro de 2024

Por que anunciantes estão trocando a X, de Musk, pelo LinkedIn

O site de redes profissionais da Microsoft conquistou a publicidade digital, no vácuo do antigo Twitter

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A rede social profissional LinkedIn está avançando no mercado de publicidade digital, com uma demanda crescente leva aumento de preços cobrados pela plataforma, à medida que as marcas buscam realocar seus gastos que antes eram da X, de Elon Musk.

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As receitas anuais de publicidade no grupo da Microsoft atingiram quase US$ 4 bilhões em 2023, um aumento de 10,1% relação ao ano anterior, segundo estimativas do grupo de pesquisa Insider Intelligence. A empresa também previu um crescimento adicional de 14,1% em 2024.

Executivos de agências de marketing e insiders da indústria publicitária disseram que os preços dos anúncios no LinkedIn vendidos por leilão e, portanto, definidos pela demanda de mercado – estavam subindo devido a um aumento de interesse anunciantes. Em alguns casos, os preços aumentaram até 30% no último ano, afirmou um executivo.

Essas pessoas acrescentaram que o LinkedIn está colhendo os benefícios da introdução de maneiras de segmentar melhor um bilhão de usuários, especialmente à medida que grandes marcas deixam cada vez mais o X.

“Esta é a temporada do LinkedIn”, disse Leesha Anderson, vice-presidente de marketing digital e mídias sociais na agência de publicidade Outcast. “A maioria mudou para o LinkedIn no último ano… Há algumas semanas, muitos de nossos clientes estavam fora do X. Agora, todos estão fora do X.”

No mês passado, Musk disse a grupos, incluindo Apple, Disney e Walmart, que abandonaram o X após uma polêmica sobre antissemitismo, para “se ferrarem”. Em um deck de apresentação para profissionais de marketing em dezembro, o Linkedin as marcas que poderiam “trabalhar com um parceiro que respeita o mundo em que você opera”.

Antes voltado principalmente para busca de emprego e networking, o LinkedIn tem investido em construir um feed mais próximo ao de uma plataforma de mídia social, atraindo usuários que compartilham conselhos de carreira, ensaios executivos e ou conteúdos virais.

Eles ainda são peixe pequeno em comparação com rivais maiores, representando apenas 1,5% dos gastos com publicidade digital por marcas nos EUA, de acordo com a Insider Intelligence. O Google e a Meta têm 27% e 21% , respectivamente.

Penry Price, vice-presidente de soluções de marketing do LinkedIn, disse que a demanda provavelmente está vindo de “mais marcas” que desejam utilizar seu direcionamento único, auxiliadas pelos dados que possuem sobre a história profissional e intenções das pessoas.

Essa capacidade é “muito diferente do modo tradicional como as marcas e os profissionais de marketing têm direcionado” ele. Empresas podem direcionar suas vendas B2B por empresa, cargo ou título de trabalho, ou em uma combinação, por exemplo. Dados do LinkedIn de abril indicam que membros com títulos de C-suite cresceram 11% ao ano.

Os profissionais de marketing afirmam estar obtendo retorno sobre o investimento de até 20%, o que significa que, para cada US$100 gastos, os anunciantes receberiam lucros de US$120.

Para ler a íntegra desta notícia acesse o site Pipeline Valor.

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